domingo, 14 de outubro de 2012

Opressão e possessão

A ação de Satanás para atingir os filhos de Deus não é novidade para nós, cristãos.

A Palavra está repleta de versículos e relatos
que falam acerca das constantes tentativas do diabo de derrotar os salvos. Jesus preparou seus discípulos para que tivessem vitória na luta
contra o inimigo, Mt 26: 41.
Neste estudo vamos analisar dois assuntos de grande interesse relacionados à batalha espiritual: opressão e possessão demoníaca. São estratégias do inimigo para ir assumindo o controle da vida das pessoas.

1-Opressão
A Opressão é a presença de demônios em determinados ambientes e sua influência direta sobre as pessoas. Há no Novo Testamento diversas referências à opressão demoníaca, Lc 4: 18; At 10: 38. As forças do mal invadem o local e o tornam pesado e carregado. Os demônios assediam as pessoas que moram ou freqüentam aquele lugar, exercendo pressão sobre elas e, muitas vezes, as levam à exaustão e à depressão. Essa invasão maligna só ocorre quando se dá lugar à ação do diabo.

a) Os demônios procuram nossos pontos mais vulneráveis. Com isso, enfraquecem nossa resistência moral e espiritual. Eles trazem a preguiça, o desânimo, as incertezas, a indiferença, a desobediência, etc. Para trazer males à igreja, o inimigo procura agir com freqüência na família. E muitas abrem as portas para o tentador. Quantas que, quando se reúnem, o que mais gostam de fazer é falar mal dos outros. São lares onde as palavras são instrumentos de destruição, ao invés de bênção e edificação.

b) Todos os seres humanos, inclusive o crente, estão sujeitos à opressão. A opressão pode atingir qualquer área da vida. As mais afetadas são as seguintes:
 moral, levando à mentira, prostituição, roubos, assassinatos, etc;
física, causando enfermidades e doenças.O diabo oprimiu Jó e, mediante permissão de Deus, trouxe-lhe enfermidade. No entanto, nem todas as enfermidades e doenças são de origem maligna;
material, levando o homem à obsessão por bens, dinheiro, cargos, etc;
espiritual, induzindo à idolatria, à prática de ocultismo.

c) Como obter vitória? O crente que luta contra essa ação do maligno é vencedor, porque seus pés estão firmados na Rocha Eterna, Sl 40: 2. A maneira que Jesus ensinou para vencermos o maligno é atacá-lo pela oração, jejuns e proclamação da Palavra, destruindo suas armas de engano e tentação demoníacas, Mt 17: 21.



II - POSSESSÃO
Se a opressão é a presença de demônios em torno da pessoa, a possessão é a presença de um ou mais demônios dentro dela, Mc 5: 9-13. A opressão opera de fora para dentro, já a possessão, de dentro para fora. É sinal de que o diabo alcançou grande domínio sobre a vida da pessoa.

a) Demônios controlam reações. Quando os demônios não apenas dominam o ambiente, mas passam a controlar uma pessoa, existe um típico caso de possessão. Em Mc 5: 1-20 há um exemplo disso. O homem andava sempre nu, Lc 8: 27, de noite e de dia clamando entre os sepulcros e pelos montes, ferindo-se com pedras.
Quando uma pessoa está possessa, ela perde o controle de si mesma. O homem gadareno (Marcos 5) tinha o corpo dominado e usado por demônios, vv. 1-4; perdera a sensibilidade física (não sentia dor, frio, fome), v. 5, bem como o controle das faculdades: voz, ação, locomoção, vv. 6-7.
No entanto, depois de libertado por Jesus, foi encontrado assentado, vestido e em perfeito juízo. Outros casos de possessão demoníaca podem ser vistos em Mc 9: 17-27; Mt 9: 32, 33; 12: 22. Alguns deles estão ligados a enfermidades.


b) Opressão e possessão podem atingir o crente?
Quanto à opressão, o crente deve estar atento, pois o inimigo vai persegui-lo a cada dia, a cada esquina, a cada passo, para tentar derrubá-lo ou desviar de seu propósito de busca de santidade e da consequente comunhão com o Senhor. Ele anda ao derredor. Apenas ao derredor.

Quanto à possessão, Ef. 1: 13 diz que o verdadeiro crente é selado com o Espírito Santo e a Palavra também ensina que luz e trevas não têm como coexistir, Jo 8:12; 1:5; 12:46. O crente tem um só Senhor vivendo em seu coração e dirigindo sua vida. Assim, onde a luz entrou, as trevas desapareceram. Quando o Espírito Santo entra na vida do cristão, transforma seu caráter e seu estado anterior de trevas, substituindo-os pela luz. Neste caso, a presença do Espírito Santo no crente, afasta a possibilidade de que as trevas tornem a dominar sua vida material e espiritual, At 26:18.

Na verdade, nossa batalha contra falhas pessoais e aberturas de brechas para que o inimigo possa atirar uma seta deve ser constante. Que nossas atitudes e as palavras que proferimos venham a se constituir em bênção a todos, Ef 4: 29; que confessemos a vitória, Fp 4: 3; que vigiemos e oremos em todo tempo, Mc 14: 38; Lc 22: 40.
Maior é o que está em nós. Deus nos chamou para abençoar a todos indistintamente. Abençoar é declarar o bem das pessoas, crendo que Deus endossará as nossas palavras. Abençoar é clamar a Deus em nosso benefício ou de alguém, Nm 22: 6.


III - A VITÓRIA EM CRISTO, Fp 3: 12-14
Cristo libertou-nos para que pudéssemos apresentar a Deus, voluntariamente, nossa adoração, reverência, fé, amor e esperança. Jesus nos devolveu a alegria de uma comunhão sincera com Deus. Nosso espírito está livre. Nossa alma, outrora escravizada pelo inimigo, estava  oprimida, desfalecida. Contudo, agora, liberta por Deus, ela libera:
  a força do seu intelecto. Servimos a Deus com inteligência, Rm 12: 2;
  a força emotiva. Antes, chorávamos de tristeza; agora choramos de alegria pela presença de Jesus, Sl 126: 3;
  a força da memória. Esquecemo-nos do que ficou para trás, prosseguindo para o alvo da nossa vocação, isto é, do chamado por Deus, Fp 3: 13;
  a força da consciência, fazendo tudo para agradar a Deus, de livre e espontânea vontade, 1Jo 3: 22;
  a força do seu raciocínio, meditando e agradecendo a Deus pela grande salvação e libertação oferecidas por Jesus Cristo, Hb 2: 3.

Marcos 5:1-20


E chegaram ao outro lado do mar, à província dos gadarenos.
E, saindo ele do barco, lhe saiu logo ao seu encontro, dos sepulcros, um homem com espírito imundo;
O qual tinha a sua morada nos sepulcros, e nem ainda com cadeias o podia alguém prender;
Porque, tendo sido muitas vezes preso com grilhões e cadeias, as cadeias foram por ele feitas em pedaços, e os grilhões em migalhas, e ninguém o podia amansar.
E andava sempre, de dia e de noite, clamando pelos montes, e pelos sepulcros, e ferindo-se com pedras.
E, quando viu Jesus ao longe, correu e adorou-o.
E, clamando com grande voz, disse: Que tenho eu contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? conjuro-te por Deus que não me atormentes.
(Porque lhe dizia: Sai deste homem, espírito imundo.)
E perguntou-lhe: Qual é o teu nome? E lhe respondeu, dizendo: Legião é o meu nome, porque somos muitos.
E rogava-lhe muito que os não enviasse para fora daquela província.
E andava ali pastando no monte uma grande manada de porcos.
E todos aqueles demônios lhe rogaram, dizendo: Manda-nos para aqueles porcos, para que entremos neles.
E Jesus logo lho permitiu. E, saindo aqueles espíritos imundos, entraram nos porcos; e a manada se precipitou por um despenhadeiro no mar (eram quase dois mil), e afogaram-se no mar.
E os que apascentavam os porcos fugiram, e o anunciaram na cidade e nos campos; e saíram muitos a ver o que era aquilo que tinha acontecido.
E foram ter com Jesus, e viram o endemoninhado, o que tivera a legião, assentado, vestido e em perfeito juízo, e temeram.
E os que aquilo tinham visto contaram-lhes o que acontecera ao endemoninhado, e acerca dos porcos.
E começaram a rogar-lhe que saísse dos seus termos.
E, entrando ele no barco, rogava-lhe o que fora endemoninhado que o deixasse estar com ele.
Jesus, porém, não lho permitiu, mas disse-lhe: Vai para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes quão grandes coisas o Senhor te fez, e como teve misericórdia de ti.
E ele foi, e começou a anunciar em Decápolis quão grandes coisas Jesus lhe fizera; e todos se maravilharam. 


Fonte:
Revista de Estudos Bíblicos Aleluia
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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Espelho dos Mártires I - Mártires Cristão

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Bily Grahan - Ebaixador de Deus

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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Aleluia ( Origem)

Aleluia é abreviatura de Deus é Fiel para Cumprir suas promessas.
Em HEBRAICO uma transliteração do hebraico (Halləluya ou Halləlûyāh  - Lendo-se da direita para a esquerda, como se faz em hebraico) a primeira parte da palavra Hallelu (significa "Louvem! Adorem!" ou "Elogio"; a segunda parte da palavra é Yah (Jah) ), uma forma abreviada do nome de Deus, Javé. Yah ou Jah constitui a primeira metade do Tetragrama), o nome do Deus da Bíblia, pronunciado em português.
Portanto, aleluia significa "Louvem Deus Javé", ou "Adorem Deus Javé", ou "Elogio Deus Javé".
Existe outra teoria que defende que Aleluia não tem nenhum significado especial e que seria a transliteração do ulular como exultação de alegria próprio do povo de Israel. Ainda hoje se pode encontrar entre as tribos semitas e africanas o costume de mostrar alegria através do ulular. Em defesa desta teoria está o facto de o nome de Deus aparecer truncado, o respeito que os hebreus tinham pelo nome sagrado de Deus nunca lhes permitiria semelhante irreverência.
Esta palavra de elogio ou louvor a Deus é utilizada em cultos e orações da maioria dos cristãos. A forma latina aleluia é usada em muitos idiomas tanto por protestantes como por católicos em preferência à forma Hallelujah.
A palavra Hallelujah é usada no Judaísmo como parte das orações de Hallel. A palavra aleluia aparece 24 vezes no Velho Testamento da Bíblia cristã, que corresponde grosso modo aos conjuntos de livros Tanach (Torah, Neviim e Kethuvim) do Judaísmo. O termo é usado para iniciar e/ou concluir os Salmos (em hebraico תהלים, Tehillim), com exceção do Salmo 135:3. Aleluia aparece junto com a palavra "amém" no Salmo 106:48.
A palavra aleluia aparece quatro vezes no Novo Testamento, no livro do Apocalipse de São João, transliterado em grego como Αλληλούια.



 Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Aleluia
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Baal (demónio)

Baal (por vezes soletrados Bael, Baël (francês), Baell) é um demônio, é amplamente mencionado no Antigo Testamento, como o principal deus pagão dos fenícios, geralmente associado com a deusa Ashtaroth.
 Arqueologia Cananéia/Fenícia
 Arqueologia Cananéia/Fenícia
 Baal é descrito como um deus semita e era adorado pelos Cananeus e Fenícios. Baal significa "O Senhor", que deliberou sobre o alto deuses montados sobre o santo monte do céu. (Como uma redação: este não é um ponto absolutamente claro. El ou Elohim era realmente o pai Deus dos deuses em Cannon. El foi convidado para ajudar Baal quando ele foi morto por Mot, deus do submundo. El não pôde impedir a morte de Baal, mas Baal foi renascido) Baal era principalmente um deus do sol, chuva, trovões, fertilidade e da agricultura e, em algum momento, ele ultrapassa o deus da água, Yam. Baal é o filho do deus Dagan ou Dagon, outro deus Cananeu semita. Foi este "deus do grão", que permitiu a ser Baal renascido.

 Possibilidades na demologia Cristã
 Baal Rafar é um demónio cristão.De acordo com o demonologia cristã, Baal ("Bael geralmente soletrado" neste contexto; há uma possibilidade que as duas figuras não estão conectadas) estiveram classificadas como o primeiro e rei principal no inferno, governando sobre o leste. De acordo com alguns autores o Baal é um duque, com as sessenta e seis legiões de demónios sob seu comando. O termo "Baal" é usado em várias maneiras no antigo testamento, com o significado usual do mestre, ou do proprietário. Veio significar às vezes o deus pagão local de um pessoa particular, e ao mesmo tempo todos os ídolos da terra. Igualmente encontra-se em diversos lugares no Baalim plural, ou em Baals (2:11 dos juizes, 10:10). Havia muitas variações, tais como o deus de sol, o deus da fertilidade, e Beelzebuth,senhor das moscas ou BALL HAMON.
Durante o período inglês do Puritano, o Baal foi comparado a Satanás ou considerado seu assistente principal. De acordo com Francis Barrett, tem o poder fazer aqueles que o invocam de forma invisível, e para alguns demonologistas, seu poder é mais forte em outubro e segundo algumas fontes, pode fazer povos sábios, de terem problemas de voz (com um tom vocal caracterizada pela fraqueza da intensidade e excessivo soprosidade), e carregar cinzas em seu bolso.
Enquanto seu antecessor semítico foi descrito como um homem ou um touro, o demónio que o Baal assumia, na tradição dos grimórios, a forma de um homem, de um gato, de um sapo, ou de combinações destes. Uma ilustração do livro Dictionnaire infernal (Dicionário do Inferno), de Collin de Plancy em 1818 colocou de forma curiosa, as cabeças das três criaturas em um jogo dos pés da aranha.
A ideia do Baal como um demónio, foi criada quando a cristandade transformou deuses antigos em demónios e o demonologia dividiu assim, a população demoníaca do inferno em diversas hierarquias. O Baal, deus Semita, não escapou, transformando-se em uma entidade separada do Beelzebub. Mas na verdade desde muito antes do cristianismo já existe referência sobre Baal, nos escritos judáicos antigos, por exemplo no livro dos Reis. O profeta Elias propoe um combate contra os profetas de Baal e segundo o Livro os derrota a todos com fogo enviado dos Ceus por Deus.

 Selo de Baal

 

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Baal_%28dem%C3%B3nio%29

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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Angélica Zambrano


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Nomes das ATUAIS cidades na Turquia que correspondem as 7 cidades do apocalipse?




Muito , mas muito interessante por isso postei aqui aleluia!!!!


Esmirna: Hoje conhecida com Izmir, a terceira maior cidade da Turquia e o segundo mais importante porto do país.

Laodicéia, hoje Pamucale, foi uma das mais prósperas cidades da Frígia, durante a época romana. Possuía, bancos, indústria têxtil e uma escola de medicina que produzia colírio para os olhos, embora tivesse problemas com o abastecimento de água. Em certa ocasião, foi construído um arqueduto que transportava as águas térmicas vindas de Heirápolis. Porém, quando a água chegava na cidade, não estava nem quente e nem fresca, mas apenas morna.

Tiatira era o nome antigo da moderna cidade turca de Akhisar. Era um importante centro comercial na Ásia Menor e foi fundada para ser um posto militar. Foi destruída por um grande terremoto durante o reino de Otávio Augusto (27 a.C.-14 d.C.), mas foi reconstruída com a ajuda do Império Romano. Na Antiguidade, a cidade era conhecida pelas suas muitas guildas comerciais. E, para poder trabalhar no comércio era necessário que o cidadão pertencesse a alguma guilda, sendo muito comum que os membros dessas associações participassem de festas dedicadas ás divindades pagãs que terminavam geralmente em orgias sexuais.

Pérgamo - a atual Bergama. É uma antiga cidade grega que situava-se na Mísia, no noroeste da Anatólia, a mais de 20 km do Mar Egeu numa colina isolada do vale do Rio Caicos.

Éfeso foi uma das grandes cidades dos jônicos na Ásia Menor, situada no local onde o rio Cayster desagua no Egeu. Foi fundada por colonos provenientes principalmente de Atenas. Ciro, o Grande, incorporou a cidade ao império persa e Alexandre libertou-a em 334 a.C.. Com o surgimento do cristianismo, Éfeso foi uma das primeiras cidades alcançadas pela pregação dos apóstolos. Situa-se na Turquia atual.

Sardes ou Sárdis, correspondente ao moderno vilarejo turco de Sart, foi a capital do antigo reino da Lídia, sendo depois sede de uma província durante o Império Romano, após as reformas administrativas de Diocleciano, continuando a pertencer depois e durante o período bizantino.

Filadélfia - corresponde à cidade turca de Alasehir, situada a 130km ao leste de Esmirna. Portanto, por situar-se em um local estratégico, Filadélfia foi uma cidade que exerceu grande influência sobre aquela região do mundo antigo.

Retirado do yahoo respostas.
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