terça-feira, 20 de setembro de 2011

Pr.João Carlos Marques Testesmunho








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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Juízo Final


O homem pode ser famoso no mundo inteiro, 
Ter grandes amigos e muito dinheiro; Mas quando morrer nada pode levar.
 A multidão o levará para o cemitério Mas de lá pra frente o caso é mais sério; Não terá ninguém para o acompanhar.
 Sabia que depois da morte segue-se o juízo; Não se preparou quando era preciso Adorar a Deus e abster-se do mal!
 Agora não adianta prece nem ave Maria, Irá aguardar para o último dia da condenação do juízo final.
 Que adianta a riqueza e a muita fama, se aos olhos de Deus está jogado na lama; Espiritualmente não enxerga a luz.
 Que adianta a alta posição do homem, Se o pecado dia a dia o consome Fazendo ficar distante de Jesus!
 De que adianta ter tudo que o mundo oferece, Se tudo aqui mesmo um dia perece, E ainda no inferno pode lançar!
 Procure enquanto é tempo aceitar a paz, Se morrer perdido não terá jamais a Oportunidade para se salvar.
 Jesus Cristo é o caminho,a verdade e a vida. Ninguém vai ao pai antes que se decida Aceitá-lo e sempre obedecer.
 A bíblia afirma que há dois caminhos eternos; Um leva ao Céu e outro ao inferno Onde o bicho nunca irá morrer.
 Será que depois de ouvir esse duro recado, Continuarás a vida de pecado E a salvação não vai te interessar?.
 Desculpe-me, não tenho nada com o teu viver! Estou cumprindo ordens, este é meu dever:
 A pura verdade a todos falar.

 Aproveite a VIDA, pois o final é a MORTE








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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Menina de 14 anos é torturada pelo pai por ter aceitado a Cristo

Menina de 14 anos é torturada pelo pai por ter aceitado a Cristo

Uma menina de 14 anos ainda é incapaz de andar, 10 meses depois de ter sido torturada pelo pai, por ter deixado o Islã e colocado sua fé em Jesus, de acordo com os cristãos da área.
Susan Ithungu, da aldeia de Isango, em Uganda, foi hospitalizada no Hospital Kagando em outubro de 2010, quando os vizinhos e a polícia a salvaram de seu pai, Beya Baluku. Ele foi preso depois, mas libertado rapidamente, disseram as fontes.
Susan e seu irmão mais novo, Mbusa Baluku, moravam sozinhos com seu pai, depois que ele se divorciou de sua mãe. Em março de 2010, um evangelista da Igreja do Evangelho Pleno de Bwera falou na escola de Susan e ela decidiu confiar em Cristo para ser salva.
“Eu ouvi a mensagem do amor de Cristo, de que ele havia morrido para nos dar paz eterna e decidi acreditar em Cristo”, disse ela, na cama do hospital. “Depois de um mês, chegou ao meu pai a notícia de que eu tinha me convertido e isso foi o início dos meus problemas com ele. Nosso pai nos advertia para que não fôssemos à igreja, nem ouvíssemos o evangelho. Ele até nos ameaçou com uma faca afiada.”
O Pastor José, da Igreja do Evangelho Pleno em Kasese, disse que os vizinhos a levaram ao hospital do governo, depois que a garota foi libertada.
“Ele a trancou em um quarto muito apertado durante seis meses, sem deixá-la ver a luz do sol”, disse o pastor. “O irmão mais novo foi advertido para não dizer a ninguém que Susan estava trancada em um quarto sem nada para comer.”
Mbusa disse que, quando seu pai saía, ele dava algumas bananas a sua irmã. “Eu também cavei um buraco no chão para passar água para ela. Mas, na maioria dos dias, ela só conseguia beber a lama”, disse ele.
Um vizinho, que pediu anonimato, disse que toda a vizinhança ficou preocupada por não vê-la por muito tempo. “O irmão dela, então, nos revelou que Susan estava trancada em um dos quartos da casa. Em seguida, relatamos o caso à polícia, que foi até a casa e libertou a menina.”
Susan foi imediatamente para o hospital do governo, onde o pastor José a visitou. ”Susan estava muito magra e não conseguia falar ou andar. Seu cabelo tinha ficado amarelo, tinha unhas longas e olhos encovados. Ela estava com menos de 20 quilos.”
O pastor continuou: “Pela graça de Deus, Susan ainda está viva. Embora ainda não possa andar, ela consegue falar agora. Ela ainda está se alimentando de comidas leves. A grande notícia é que Susan está firme em Jesus. Ela precisa de orações e apoio, para que possa retornar à sua rotina o mais breve possível.”

  
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Jovem surpreende o público da “PIB Curitiba” adorando a Deus

Jovem surpreende a público da “PIB Curitiba” adorando a Deus
Pastor da Primeira Igreja Batista (PIB) em Curitiba dá oportunidade a jovem cadeirante para adorar a Deus através de seu louvor, emocionando ao presentes no culto da PIB.
Em uma das reuniões realizadas às sextas-feiras com um grupo de cadeirante na PIB-Curitiba, a jovem Jaqueline que também possui dificuldade na pronuncia de sua fala, pediu ao pastor para louvar a Deus com uma canção e ressaltou “eu não sou cantora, sou adoradora”, impactado com a sinceridade do coração da moça ele a chamou para o fazer em uma celebração de culto.
“Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. – João 4:23.” 

Este foi o versículo usado pelo pastor ao chamar a moça no púlpito para entregar sua mais sincera adoração ao Deus.
“Maravilhoso… quando o louvor expressado é sem interesse de agradar pessoas e sim somente a Deus… que sabe a intenção do coração.” Diz ‘Mgerkecordeiro’, usuário do canal Youtube.
A música escolhida por ela para ser cantada foi “Quão grande És meu Deus” – de Soraya Moraes.
Confira abaixo o vídeo com a apresentação completa de Jaqueline:
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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Mãe evangélica ora para Deus e diabo e degola filho de 5 anos

Espero que todos comentem ok.
Fiquei chocada com essa reportagem, vejam o vídeo apos lerem a noticia.
O nosso Deus não faz isso...
Me revolta quando vejo pessoas usadas pelo inimigo usando nome de Deus para justificar seus atos terríveis.
Mas tudo Ele vê, comentem a amados.
Adoradora Joyce

Com uma serenidade pontuada por timidez e com frases bem construídas, aparentemente com nexo, Elizete Feitosa de Sousa (foto), 26, se mostrou em uma entrevista estar em seu pleno controle mental, até quando disse que ouvia vozes mandando que matasse seus dois filhos.

Na noite de domingo (21), no assentamento Califórnia, a 10 km de Açailândia (MA), Elizete degolou Jonas, 5, o caçula. O assentamento tem 13 anos e é administrado pelo MST. Açailândia tem cerca de 100 mil habitantes e fica a 600 km de São Luis.

“Eu premeditei”, disse Elizete.

Ela esperou o filho dormir, rezou de joelhos para Deus e o diabo e passou uma faca de cozinha no pescoço de Jonas. “Ele abriu os olhos e aí um pus mais força (na faca) para que não sofresse.”

A polícia ficou sabendo da morte do menino pelo agente funerário ao qual a família de Elizete tinha encomendado um caixão.

Elizete disse que na verdade teria de matar um vizinho que, entre outros, debochava dela quando ela pregava a palavra de Deus. Falou que, por isso, estava deprimida e triste e que se arrependeu de ter matado Jonas.

Ela cresceu em uma família evangélica. O seu vocabulário é repleto de palavras vindas de pregação de pastor. Além de Deus, ela falou na entrevista, por exemplo, em “inimigo” e “obra do diabo”.

Desde Freud se estuda as conexões entre as diversas formas de transtornos mentais e a religião.

Essas implicações são tão vastas, que o médico psiquiatra Francisco Lotufo Neto teve de delimitá-las na tese de livre-docência que apresentou em 1997 à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Para estudar a prevalência de transtornos mentais entre pastores evangélicos, ele separou as religiões tidas como saudáveis e maduras das consideradas prejudiciais ou patológicas, de acordo com as diferenças do quadro abaixo. 

Pelo o estudo, as conversões com raízes patológicas ocorrem nas religiões não saudáveis, conforme um conjunto de características, entre as quais crença intensa e irracional; mais preocupação com a doutrina do que com os princípios éticos e morais; intolerância contra os que “se desviam”; proselitismo intolerante, que aliena em vez de atrair outros; e necessidade de martírio para provar a devoção.

O estudo incluiu uma pesquisa que obteve 207 retornos de um formulário enviado pelo correio a pastores. Do total dos participantes, 40 foram convidados para uma entrevista em uma escolha que se deu por  sorteio.

A prevalência de transtornos mentais no mês que precedeu a entrevista foi de 12,5%. Esse percentual sobe para 47% quando foi considerado todo o período de vida dos participantes. Os principais diagnósticos foram: transtornos depressivos (16,4%), transtornos do sono (12,9%) e transtornos ansiosos (9,4%).

"Quando a coragem veio, eu passei a faca"



Distúrbio mental de uma evangélica: filho é... por Paulopes

Fonte: link-
http://www.paulopes.com.br
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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

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Igreja funciona dentro de boate na rua Augusta; veja vídeo

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Para entrar, é preciso enfrentar seguranças engravatados e desembolsar R$ 20. Lá dentro, flanelados, tatuados e emos dançam hits da música pop dos anos 1980 e 90.No dia seguinte, por volta das 18h, a casa continua a mil. Mas as portas estão abertas a qualquer um. Sob a luz de holofotes, uma banda anima um público jovem. 
Num telão, letras de músicas sobre louvor e compaixão. No bar, as garrafas de Smirnoff e Heineken permanecem intocadas.O show termina, e Junior Souza, 37, surge. 
Veste uma camiseta preta estampada com o símbolo matemático que representa o “diferente”, tem o antebraço tatuado e brinco na orelha.Dá alguns avisos, indica o lugar onde fica a caixinha de contribuições e anuncia pelo microfone: “Agora a gente vai fazer um intervalo e já continua o culto, beleza?”.A pausa serve para que os fiéis da Capital Augusta possam trocar ideias. A Capital, como os habitués a ela se referem, é uma igreja protestante, fundada em 2009 pelo pastor Junior. O grupo inicial era formado por músicos, designers e gente que “já vivia a vida da Augusta”, segundo o pastor, que é professor de inglês e dá aulas na Faculdade Teológica Metodista Livre.Quando o intervalo termina, Junior, de frente para um laptop, começa a ler um versículo da Bíblia. Carismático, ele às vezes quebra a leitura e traduz um trecho sagrado para uma fala informal.Dono de um corpo tatuado, o skatista e publicitário Bidu Oliveira, 20, diz que sofreu preconceito em outras igrejas e ali encontrou uma comunidade. “O foco aqui é Jesus”, justifica.A maioria dos presentes ainda não chegou aos 30 anos. São jovens antenados, que compartilham sua fé no Facebook e no Twitter. No site da igreja, são disponibilizados podcasts religiosos.A Capital permite a ingestão de bebidas alcoólicas, desde que com moderação. Sexo, melhor dentro do casamento. “O projeto ideal é a castidade, mas, se não é essa a sua realidade, vamos seguir o caminho da reparação”, aponta o pastor. Gays são bem-vindos. “Na Augusta, é natural que eles frequentem. Nosso slogan é: ‘Proibido Pessoas Perfeitas’.”Além do culto no Outs, há reuniões semanais nas casas dos integrantes. “Ali dividimos as alegrias e frustrações da vida em SP”, diz Junior, um paranaense de Assis Chateaubriand.Antes de chegar à capital, ele era ligado, no interior, a uma igreja Vineyard, associação criada na Califórnia dos anos 1970. Não gosta de ser chamado de evangélico. “Tenho vergonha do que esse termo se tornou no Brasil”, confessa.O aluguel do imóvel na Augusta é bancado por 12 pessoas da liderança da Capital. O dinheiro das doações, segundo o pastor, vai para missões religiosas e outras instituições. Valentim Van der Meer, promoter da boate, diz que aceitou alugar o espaço por simpatizar com a igreja. “É o mesmo público que frequenta o Outs na balada.”Por volta das 21h, o culto termina ao som de Metallica. Por uma coincidência irônica que só uma rua tão augusta pode permitir, a poucos metros dali, no número 501, fica o Inferno Club. “É legal ter uma igreja na porta do inferno, mas, infelizmente, ele não está acessível. Eles cobram o dobro do aluguel daqui”, diz o pastor, rindo.


Por JULIANA VAZ DE SÃO PAULO
Rua Augusta, 486. Às 3h de um sábado, dezenas de pessoas se aglomeram em frente ao Clube Outs, uma das muitas casas noturnas da região.
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