Mostrando postagens com marcador Missões. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Missões. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 1 de julho de 2014

Homem é condenado à prisão no Egito por “curtir” página cristã no Facebook

Na última terça-feira o egípcio Kerolos Shawky foi condenado a seis anos de prisão e a pagar uma multa equivalente a 840 dólares (cerca de 2 mil reais) por “curtir” uma página no Facebook que propaga conteúdo considerado cristão. Shawky foi acusado de blasfêmia e desprezo do Islã, por simplesmente “dar like” na página “Knights of the Cross” (Cavaleiros da Cruz), segundo informações do International Christian Concern (ICC).
Rafla Zekry Rafla, um advogado que representa Shawky, disse que não era a intenção de seu cliente insultar o Islã. Rafla explicou que Shawky não tem muita experiência com a Internet e que também sofre de deficiência visual e que nunca teve qualquer intenção de desprezar, ou cometer blasfêmia contra o Islã.
Kerolos foi condenado pelo tribunal egípcio por violar o artigo 98 (f) do Código Penal egípcio, que proíbe “ridicularização ou insultos a religiões celestiais, ou incitar a luta sectária”. Ironicamente, as acusações públicas contra Kerolos acabaram por incitar a violência local, que acabou com lojas e casas de cristãos vandalizadas e incendiadas.
Sua equipe de defesa pretende recorrer à decisão e espera que a condenação seja revista antes do final deste mês, segundo explicou um de seus advogados ao ICC.
Todd Daniels, gerente regional da ICC para o Oriente Médio, comentou o caso afirmando que o sistema judiciário do país não tem nenhuma preocupação em defender os direitos fundamentais do cidadão.
- O sistema legal do Egito parece não ter preocupação com a defesa do Estado de Direito ou com a proteção dos direitos fundamentais dos cidadãos egípcios. Das convicções frívolas sobre acusações de blasfêmia como aqueles trazidos contra Kerolos (…) os direitos humanos fundamentais estão sendo pisoteados – afirmou Daniels.
- O Egito deve abandonar rapidamente o uso de julgamentos simulados que violam os direitos mais básicos de todos os cidadãos, incluindo a minoria cristã. Os Estados Unidos deveriam usar seu papel como um aliado-chave e doador significativo de fundos para o Egito para garantir que o país está se movendo para proteger os direitos fundamentais dos seus cidadãos – completou.
Read More

Adolescente paquistanesa tem rosto desfigurado por causa de sua fé

Perseguida em seu país, ela refez a vida e pensa em se tornar missionária.

Quando Julie Aftab tinha 16 anos, um homem entrou no escritório onde ela trabalhava no Paquistão, e perguntou se ela era cristã. Quando respondeu afirmativamente, o homem jogou ácido de bateria no rosto dela e, em seguida, agarrou-a pelos cabelos e forçou-a beber parte do líquido. Com isso, ela queimou o esôfago, de acordo com o jornal Houston Chronicle.
No final, Aftab apresentava queimaduras de terceiro grau no peito, nos braços e na maior parte do lado direito do rosto. Sua família a levou para um hospital, que não quis atendê-la. Depois foram para outro onde a situação se repetiu. A mãe pediu tanto a um médico no terceiro hospital para tratar de sua filha que ele acabou concordando.
A jovem não podia falar nem mover os braços. Os médicos disseram que 67% de seu esôfago foi queimado. Ela perdera o olho direito. Os dentes remanescentes podiam ser vistos através dos buracos em seu rosto. Os médicos disseram que ela iria morrer naqueles dias.
Aftab lembra que sentia muita raiva no início, e disse: “Deus, por que você fez isso comigo? Por que me fez passar por isso?”
Lentamente, ela começou a cicatrizar. Três meses e 17 dias depois de ser queimada, ela voltou a falar e recuperou a vista de seu olho esquerdo. Ela passou quase um ano no hospital, se recuperando.
O rosto mutilado da adolescente foi estampado em noticiários, associado ao crime de insultar o islã. Sua família foi perseguida, e sua casa foi incendiada.
“Eles queriam me enforcar”, disse ela. “Eles pensaram que seria um insulto ao Islã se eu vivesse.”
Aftab e seus pais procuraram a um pastor no Paquistão, que prometeu lhes ajudar. Ele contatou o Hospital Shriner para Crianças, que ofereceu o tratamento para ela em Houston.
O pastor deu um conselho valioso antes que ela deixasse o Paquistão, em 2004: “Sua ferida vai curar sem qualquer medicação. Você pode curar de dentro para fora. Se você os perdoar”, disse ele.
Agora, 10 anos e 31 cirurgias depois, Aftab encontrou uma nova vida no Texas, onde está se especializando em contabilidade na Universidade de Houston-Clear Lake e se preparando para receber a cidadania americana este mês.
Ajudado pelos “pais americanos” Lee e Gloria Ervin, aos 26 anos, Afta diz que o ataque apenas aumentou a sua fé.
“Aquelas pessoas… elas acham que fizeram uma coisa ruim para mim, mas me levaram mais para perto de Deus”, explica. “Eles me ajudaram a realizar meus sonhos. Eu nunca imaginei que poderia ser a pessoa que sou hoje.”
Lee e Gloria são evangélicos ativos em sua igreja e ofereceram sua casa prontamente quando souberam que a jovem paquistanesa cristã que viria se submeter a tratamento médico em Houston.
No início, eles se ofereceram para ficar com Aftab seis meses. Lembram que, quando ela chegou, mostrou ser extremamente tímida, olhando para o chão o tempo todo e só andava vestida de preto, da cabeça aos pés.
Como ela não falava inglês, eles a ensinaram a língua usando livros infantis que pagaram na biblioteca da igreja.
O casal diz que sentavam-se com Aftab para consolá-la quando ela acordava assustado no meio da noite, gritando e chorando. Aftab foi visitando uma lista de médicos, que ajudaram na reconstrução de seu rosto, pescoço e orelhas. Cada um deles o fez de graça, desejando ajudá-la.
“Talvez os médicos não sabem o que fizeram. Talvez eles pensem que apenas fizeram o seu trabalho”, disse ela. “Mas para mim, eles me deram uma vida.”
O tempo passou até que, em 2007, Aftab solicitou e recebeu asilo com a ajuda de instituições de caridade. Depois desse ataque, Aftab pôde fazer coisas que nenhum membro de sua família havia feito, incluindo formar-se no ensino médio e ir para a faculdade.
“Eu sou a primeira pessoa de toda a minha família que se formou no ensino médio… e a primeira pessoa da família que entrou para a faculdade. Eu mudei a história da minha família”, comemora.
Ela parou de usar roupas pretas e agora chama suas cicatrizes de “minhas jóias, meu presente de Deus.”
“Você não precisa mais ver as cicatrizes”, disse Lee, 71. “Você tem tanta beleza.”
“Estamos muito orgulhosos dela”, disse Gloria, 72.
A jovem trabalha durante o dia e estuda à noite. Ela planeja se formar em teologia e ser uma missionária. Seu sonho é juntar dinheiro o suficiente para ter uma casa segura para as meninas perseguidas no Paquistão.
“Há uma razão pela qual Deus me deu a vida”, disse ela. “Eu não quero perder nenhum segundo dela.”
A perseguição aos cristãos no Paquistão é um problema constante. No ano passado, as escolas cristãs no Paquistão ficaram fechadas três dias como protesto pelo assassinato do ministro do país que cuida das minorias religiosas.
Os líderes cristãos paquistaneses dizem que se a perseguição das pessoas que “exercem a sua liberdade de consciência e de expressão” continuar sendo permitida, dentro de pouco tempo as coisas irão ficar fora de controle, de acordo com a Associated Press.
Traduzido de Huffington Post
Read More

Mulher cristã é sentenciada à morte por causa de um gole de água

Asia Bibi está em uma cadeia do Paquistão desde 2009.

Para a maioria de seus vizinhos, Aasiya Noreen, mais conhecida como Asia Bibi, é apenas uma mãe pobre de cinco filhos que mora na pequena aldeia de Ittan Wali, no Paquistão. Seu grande crime é ser cristã em um país onde 97% da população é muçulmana.
Desde 2009 ela está numa cela de prisão, podendo enfrentar em breve a morte por enforcamento. A acusação de blasfêmia a persegue. Sua única chance de continuar viva é se converter ao islamismo. Ela sabe que um julgamento justo nunca virá. Mesmo assim, decidiu contar sua história em forma de livro.
O título de suas memórias é justamente “Blasfêmia”, e foi ditado ao seu marido nas vezes que ela a visitou na prisão. Ele entregou o texto à jornalista francesa Anne-Isabelle Tollet, que o revisou e encaminhou para uma editora. Agora Asia poderá mostrar ao mundo a versão da vítima desse caso que se tornou um símbolo da luta pelos direitos humanos.
O governo do Paquistão já sofreu pressão internacional para libertá-la, mas teme a reação dos extremistas muçulmanos. Aos 42 anos ela foi transferida recentemente para uma prisão mais remota, onde teme que seja assassinada. Dois funcionários do governo que tentaram defendê-la desde sua prisão foram assassinados. Um deles era Salman Taseer, governador do Estado de Punjab, o outro era Shahbaz Bhatti, Ministro das Minorias, que foi morto pelo Talibã poucos meses depois.
No livro, Bibi explica a “transgressão” simples que pode lhe custar a vida. Ela vivia pacificamente em sua aldeia até o dia em que foi acusada por uma vizinha, Musarat, e três outras mulheres, de ter insultado o islamismo e o profeta Maomé. Embora tenha negado por diversas vezes, os demais moradores não acreditaram na sua palavra.
O chefe da aldeia disse que ela devia provar isso convertendo-se ao Islã. Ela disse que permaneceria fiel a Jesus. Por isso, Bibi foi agredida violentamente pelos muçulmanos, inclusive com pedaços de pau. Quando estava quase inconsciente, os policiais chegaram e a prenderam sob a acusação de “blasfêmia”.
Na delegacia, com muitos sangramentos e um braço quebrado, pediu compressas para as feridas. Não recebeu e foi algemada e acorrentada, sendo levada para a prisão de Sheikhupura, onde está detida.
O relato biográfico de Asia Bibi será lançado no início de setembro e pretende contar a história desta mulher que se tornou um símbolo dos atos de violência cometidos por questões religiosas, uma clara violação dos direitos humanos. As informações são de Urban Christian News e New York Post.
Leia abaixo um trecho:
“Eu não sei quanto tempo me resta para viver. Toda vez que a porta da minha cela se abre, meu coração bate mais rápido. Minha vida está nas mãos de Deus e eu não sei o que vai acontecer comigo. É uma existência brutal, cruel. Mas eu sou inocente. Eu sou culpada apenas de ser considerada culpada. Estou começando a me perguntar se ser cristão no Paquistão, hoje em dia não é apenas ser diferente, mas se trata de um verdadeiro crime.
Mesmo mantida nessa minúscula cela sem janelas, quero que minha voz e minha raiva possam ser ouvida. Eu quero que o mundo inteiro saiba que eu posso ser enforcada por causa do meu vizinho. O que eu fiz de errado? Eu bebi água de um poço pertencente aos muçulmanos, usando o copo “deles”, no calor ardente do sol do meio-dia.
Eu, Asia Bibi, foi condenada à morte porque estava com sede. Eu estou prisioneira porque decidi ser gentil com uma vizinha. Eu servi um copo de água e ofereci e ala. Usei o mesmo copo que as mulheres muçulmanas, pois a água servida por uma mulher cristã era considerada impura pelas outras mulheres da vila, aquelas ignorantes catadoras de frutas.
Aquele dia, 14 de junho de 2009, está impresso em minha memória. Eu ainda posso ver cada detalhe. Acordei cedo de manhã e fui participar da colheita e trabalhei muito… até que tive sede… Uma outra mulher estava junto comigo no poço. Após eu beber no copo de metal que fica no poço, ofereci a ela. Foi quando Musarat começou a gritar “haram” [pecado]… Ouçam, todas vocês, esta cristã sujou a água do poço, bebendo em nosso copo e mergulhando-o de volta várias vezes. Agora a água está suja e não podemos mais beber! Por causa dela!
Era tão injusto, que pela primeira vez decidi me defender e levantar minha voz. “Eu acho que Jesus vê as coisas diferentemente de Maomé.” Musarat fica furiosa. “Como você se atreve a falar do Profeta, seu animal imundo!” Três outras mulheres começam a gritar ainda mais alto.
“Isso mesmo, você é apenas uma cristã imunda! Você contaminou a nossa água e agora se atreve a falar o nome do Profeta! Cadela estúpida, seu Jesus não tinha sequer um bom pai, ele era um filho da prostituta, você não sabe disso. “
Musarat parecia que vinha me agredir e gritou: “Você deveria se converter ao islamismo para se redimir de sua religião imunda”.
Eu ainda sinto uma profunda dor dentro do meu peito. Nós, cristãos, sempre ficamos em silêncio. Fomos ensinados desde bebês a nunca dizer nada e mantermos a calma, por que somos uma minoria. Mas eu sou teimosa demais e queria reagir, queria defender a minha fé. Respirei fundo e enchi meus pulmões com coragem. “Eu não vou me converter. Eu acredito na minha religião e em Jesus Cristo, que morreu na cruz pelos pecados da humanidade. O que o seu profeta Maomé fez para salvar a humanidade? E por que eu deveria me converter e não você?”
Musarat cuspiu na minha cara com todo o desprezo que ela podia demonstrar. Elas me empurraram. Mesmo enquanto eu corria para casa, ainda podia ouvi-las me ofendendo”.
Read More

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Ex-muçulmana convertida é presa no aeroporto quando deixava o Sudão


Meriam Ibrahim, o esposo e os filhos estão detidos e seu destino é incerto


Uma reviravolta no caso de Meriam Ibrahim ocorreu no aeroporto de Cartum, capital do Sudão. Enquanto ela, o esposo e os dois filhos se preparavam para deixar o país com destino aos EUA, ela voltou a ser presa.
Cerca de 40 agentes de segurança detiveram Ibrahim, juntamente com seu marido, Daniel Wani e as duas crianças sem apresentar novas acusações. Ela foi inocentada das acusações de blasfêmia e adultério pelo tribunal e se livrou da pena de morte. Na cadeia desde agosto de 2013, o caso de Mariam teve ampla repercussão após ela ter renunciado ao Islã, tornando-se cristã e ser condenada a forca.
Ela foi presa grávida, deu à luz uma filha na prisão, e sua situação foi alvo de protestos de grupos cristãos e de defesa dos direitos humanos no mundo todo. Com sua liberação, muitas autoridades internacionais saudaram a “vitória” da liberdade religiosa no Sudão. Parece que estavam enganados.
Segundo a BBC, a família foi levada para a sede de uma das agências de segurança do Sudão, mas não há informações se ela voltará para a cadeia e qual o motivo da prisão.
O Sudão tem uma população de maioria muçulmana, e a lei islâmica está em vigor há desde os anos 1980.
Read More

Perseguição aos cristãos: Por que a Coreia do Norte é o número um?

Seria necessário criar uma nova linguagem para traduzir em palavras as crueldades do regime norte-coreano. Em nenhum outro país a...

Seria necessário criar uma nova linguagem para traduzir em palavras as crueldades do regime norte-coreano. Em nenhum outro país a perseguição aos cristãos é tão severa. Dezenas de milhares de pessoas vivem e (no final das contas) morrem em campos de concentração. Mesmo a posse de uma Bíblia é motivo suficiente para ser morto ou preso junto com sua família para o resto de sua vida. Por que cerca de 400.000 cristãos são caçados como animais?
Imagine um país onde o Estado decide onde você mora, que profissão escolher, qual esporte você pratica, o alimento que você come e se você come. Imagine um país sem nenhuma cor na roupa das pessoas e nas edificações, exceto para as imagens de propaganda que decoram apartamentos de concreto, casas e monumentos. Imagine um país onde o Grande Líder foi morto há 16 anos, mas ainda é presidente e seus seguidores famintos devem adorá-lo como um deus. Esta é a realidade sombria da Coreia do Norte.
Este país comunista ocupa o primeiro lugar na Classificação de países por perseguição 2011 da Portas Abertas. Ele é o primeiro há nove anos. Por décadas, ninguém sabia exatamente como a Igreja estava depois da Guerra da Coreia. Nos anos noventa, a Portas Abertas encontrou uma maneira de manter contato com os cristãos clandestinos e descobriu que a Igreja estava muito viva. Mas também estava  ferida, sangrando. Cooperadores da Portas Abertas esclareceram os planos extraordinários que o Estado fazia para caçar, capturar e até matar os cristãos.
Na Classificação, a Coreia do Norte teve quase a pontuação máxima do relatório de pesquisa (90,5 de 100 pontos possíveis). A única razão pela qual a Coreia do Norte não obtém a pontuação máxima é por causa de sua constituição. Oficialmente há liberdade religiosa na Coreia do Norte. Na prática, os civis não têm quaisquer direitos. A atitude do Estado em relação aos cristãos é extremamente hostil: eles não deveriam sequer existir. Não há liberdade para construir igrejas ou casas de culto. A posse de material cristão é ilegal e punível com a morte.

Abominável campo de trabalho

Em maio de 2010, um grupo de 23 cristãos foi descoberto. A polícia encontrou Bíblias e outros impressos cristãos. Três pessoas foram publicamente executadas, e as outras desapareceram dentro do terrível campo de Yodok.
Este vasto campo de trabalho está na província do sul de Hamkyung, e sua localização nas montanhas torna a fuga quase impossível. Nos lugares onde um prisioneiro poderia ter uma chance de escapar, altas cercas com arame farpado foram erguidas. Algumas seções são eletrificadas. Além disso, existem campos minados e outras armadilhas mortais.
A cada dois quilômetros há uma torre de vigia de sete metros de altura. Qualquer tentativa de fuga é frustrada. “Os presos são tratados pior do que gado. Eu vi pessoas morrendo de fome e de doença. Eu vi as execuções. Os que estão vivos parecem fantasmas ambulantes. Tivemos nossas identidades tiradas. Todo o sistema me fez entrar em desespero”, diz um ex-prisioneiro.
Centenas de cristãos foram presos em 2010 e vários foram interpostos à morte. A Portas Abertas não pode revelar quaisquer detalhes sobre estes casos, porque isso aumentaria os riscos dos cristãos presos que ainda estão vivos. Estima-se que entre 50.000 e 70.000 cristãos sofrem nos campos. Lá é o único lugar onde eles têm algum valor para a “República Popular Democrática da Coreia”.

Exposição dos cristãos

A Coreia do Norte faz tudo que está ao seu alcance para expor os cristãos. As crianças são um instrumento importante para descobrir a atividade cristã secreta. Seus professores os instruem na escola a investigar se os pais leem um livro preto. A Portas Abertas conversou com as crianças, que disseram ao professor que seus pais e mães de fato liam um livro assim. Eles foram elogiados por sua contribuição à pátria. Orgulhosas, as crianças voltaram para casa, apenas para encontrá-la vazia. Seus pais tinham sido levados, e elas foram condenadas a uma vida amarga e difícil nas ruas.
Outra forma de expor o “negócio criminoso” é através das sessões semanais de críticas, em que as crianças e os adultos têm de participar. Os norte-coreanos devem relatar o próprio mau comportamento e o de outras pessoas. “Nós todos nos sentimos muito mal e culpados por ter de dizer essas coisas uns dos  outros”, diz o refugiado Park Joo-Chan. “Mas não tínhamos escolha. E isso ainda causou uma ruptura em nossa amizade. Alguns relacionamentos foram quebrados para sempre. Mesmo com o sistema tão destrutivo, não tínhamos dúvida da sua utilidade. Esta foi a nossa forma de vida.”
Além disso, existem as buscas aleatórias nos lares para detectar se as pessoas estão ouvindo as rádios corretas, se os retratos dos líderes são mantidos limpos e se há alguma literatura proibida na casa ou apartamento. Provavelmente em nenhum outro lugar do mundo tantas Bíblias são escondidas no subsolo. A Palavra de Deus coberta de sujeira. Ela faz os cristãos se sentirem culpados, mas que escolha eles têm?
Read More

Cristãos perseguidos no Brasil?


Falar de perseguição aos cristãos no Brasil é quase uma piada!

"Num pais aonde se tem livre expressão da religião, acesso livre e abundante a Bíblia, onde temos 2 Bíblias para cada um cristão, 1 igreja em cada esquina. Enquanto nas outras extremidades do planeta: Mais de 60 mil cristãos Norte Coreanos sofrem em campos de concentração. Na Arábia converter-se ao cristianismo é crime condenado a pena de morte. Não existem templos oficiais cristãos no Afeganistão. Na Nigéria pelo menos 1 igreja é destruída por mês.
 
Resumindo o Brasil é um paraíso para os Cristãos. E ainda temos uma das posturas mais preguiçosas de evangelismo interno comparado a esses países. Temos mais pobres e miseráveis no sertão, ribeirinhos e favelas brasileiras do que em outros países com livre expressão religiosa. E mesmo assim queremos sair do Brasil e ir pelo mundo evangelizando. 

"Antes de sairmos ou concentrarmos nossas forças lá fora, que possamos salvar aqueles que morrem aos nossos pés." SNA. 

Segue abaixo dados da situação atual dos povos ainda não alcançados pelo evangelismo no Brasil:

Os 8 seguimentos menos evangelizados em nosso pais:


1- Indígenas (121 tribos ainda não evangelizadas em nosso pais);

2- Ribeirinhos (entre as 37 mil comunidades, 10 mil não tem igrejas);

3- Ciganos (Calon) 700 mil ainda não foram evangelizados;

4- Quilombolas (Comunidades Afro-descendentes). 600 comunidades não tem igrejas;

5- Sertanejos (6 mil assentamentos sertanejos sem nenhuma igreja evangélica);

6- Imigrantes (mais de 100 nações representadas no Brasil, mais de 27 são fechada para presença missionária, aonde não conseguiríamos enviar missionários; 

7- Os mais ricos dos ricos, que se trancam em seus círculos de convívio social;

8- Os mais pobres dos pobres, a beira de estradas, perdidos pelo pais.

Por Rev. Ronaldo Lidório - Membro da Junta Missionária das Igrejas Presbiterianas do Brasil.


Leia Mais em: http://www.gospelatualidades.com/2013/02/cristaos-perseguidos-no-brasil.html#ixzz36CCruQ1s
Read More

Menina Asiática decora a Bíblia por medo de perseguição


Durante um trabalho de treinamento e envio para povos que não conhecem o Evangelho, Lian Godoi, conheceu uma garota de 12 anos que tem como hábito decorar a Bíblia. O missionário trabalha no Sudeste da Ásia desde 2006, onde desenvolve treinamentos de liderança e distribuição de Bíblias.

O missionário Lian conversava com líderes em uma escola, quando percebeu a menina. Ao questioná-la e ainda surpreso com o fato, ela respondeu que precisava decorar a Bíblia, caso alguém queira tomar o livro do seu povo. A Ásia possui vários países na lista de perseguição, incluindo os mais agressivos ao Cristianismo: Coréia do Norte, em primeiro lugar e Arábia Saudita, Afeganistão e Iraque na sequência.

“Preparar missionários locais para serem enviados a regiões remotas e não alcançadas são o nosso maior alvo, mas encontrar pelo caminho pessoas com a atitude dessa menina é um presente de Deus”, disse Lian.

Lian Godoi tem treinado mais de 20 missionários locais em uma nação hostil ao Cristianismo, e por isso o país onde está não pode ser divulgado. Eles serão enviados às localidades que nunca ouviram falar de Jesus e salvação. “Hoje ainda há cerca de 180 povos nesta região que nunca tiveram a oportunidade de ouvir o Evangelho. Essa escola terá este foco”, explica o missionário.

Enquanto isso no Brasil...


No Brasil, Indicadores do Instituto Pró-Livro mostram a pouca leitura da Bíblia, apenas 7% dos leitores disseram ler o livro. Apesar disso, casos parecidos como a da menina na Ásia também são possíveis de se encontrar.

A brasileira Gabrielle Carneir, embora não conviva com o ambiente de perseguição, conta que desde pequena começou com o hábito de decorar versículos. “Aprendi a decorar versículos desde pequena e aprendi que sabendo versículos de cabeça facilitaria quando eu fosse aconselhar alguém, pregar e etc.”, disse.

“Quando eu recebi de Deus uma ordem de ir orar com uma menina, e na hora me veio João 14, sim o capitulo, na verdade vários versículos que decorei deste capítulo, aí falei para ela e depois descobri que tinha tudo a ver com o que ela estava passando e que foi uma resposta de Deus, foi bem emocionante e eu sei que se eu não tivesse aqueles versículos, as minhas palavras soariam muito como minhas e do que como vindas de Deus! Afinal acredito que a bíblia deve respaldar nossas atitudes e palavras”, cita Gabrielle sobre como o hábito de decorar versículos é importante na vida do cristão.


Leia Mais em: http://www.gospelatualidades.com/2013/02/menina-asiatica-decora-biblia-por-medo.html#ixzz36CAoAz1P
Read More

© Blog da Adoradora Joyce, AllRightsReserved.

Designed by ScreenWritersArena