domingo, 17 de novembro de 2013

Adolescente morre com Síndrome do Choque Tóxico após usar seu primeiro absorvente

Natasha Scott-Falber, 14, morreu subitamente no Dia dos Namorados, no País de Gales.
Ela morreu rapidamente com a Síndrome do Choque Tóxico. Sua família acredita que tudo começou ao contrair uma gravíssima infecção bacteriana – uma condição rara que só ocorre com 40 pessoas na Grã-Bretanha a cada ano.
Os pais colocaram no Facebook alertas para que outras garotas não sofram do mesmo problema: “Natasha morreu de Síndrome do Choque Tóxico por ter usado seu primeiro absorvente. De um modo geral, é de conhecimento que um absorvente interno usado por muito tempo pode causar a síndrome. No caso de Natasha, ela seguiu todas as instruções e tinha utilizado corretamente. Em seu caso, apenas o fato de ter introduzido o produto já provocou a síndrome”.
A garota ficou doente e cinco dias depois morreu. O falecimento ocorreu em sua casa, assistindo a programas de TV. A morte ocorreu por septicemia. A infecção foi causada pela bactéria Staphylococcus aureus e Streptococcus. Essas bactérias, geralmente, vivem de modo inofensivo em nossa pele, mas quando invadem a corrente sanguínea produzem toxinas bastante perigosas.
Não é exatamente entendido porque usar um absorvente interno está relacionado com a Síndrome do Choque Tóxico, mas estima-se que a quantidade de sangue menstrual absorvido pelo produto possa ter alguma relação.

O que é a Síndrome do Choque Tóxico?

Ela é caracterizada por uma invasão de bactérias na corrente sanguínea. Elas começam a produzir toxinas e isso provoca uma febre alta súbita, uma queda acentuada na pressão arterial, resultando em tonturas, confusão, vômitos e diarréia.
As mulheres têm maior risco de contrair essas bactérias durante o período menstrual, especialmente se usarem absorventes internos ou contraceptivos como o diafragma.



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sábado, 12 de outubro de 2013

“Não ore para que a perseguição, no Quirguistão, pare”


Foram exatamente essas as palavras que a equipe da Portas Abertas Brasil ouviu na manhã dessa sexta-feira (11). Quem as proferiu foi um pastor quirguiz. Entre outros detalhes, ele contou que há lugares onde se um cristão morrer, é proibido enterrá-lo nos cemitérios locais, unicamente por conta de sua fé em Jesus
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Eu não imagino cristãos sem perseguição, porque sem isso, não seremos fortes. Foi Jesus quem disse que, por causa do nome dele, iriam nos perseguir, odiar e até nos matar. Não podemos mudar isso. [Pelo contrário], somos felizes de ter isso em nossa vida. Queremos apenas ter força para evangelizar e receber as pessoas [que necessitam de apoio]”, afirmou o pastor. 

Segundo ele, os primeiros cristãos quirguizes do país foram agredidos e torturados. “Este ano, um ministro quirguiz falou abertamente que o cristianismo era um ataque do ocidente que deveria ser parado e instou a população a lutar contra os cristãos”. Além disso, o pastor revelou que, na escola, as crianças cristãs são separadas das demais “como se fossem doentes”. “Orem por nós, pelo povo quirguiz e pelos cristãos, a fim de que manifestem amor e perdão aos perseguidores”, solicitou.

No Quirguistão, 
49º país mais opressor aos cristãos, embora a Constituição do país garanta liberdade religiosa aos cidadãos, há cada vez mais restrições ao direito de se reunir e se expressar. O governo não apoia oficialmente nenhuma religião. No entanto, de acordo com um decreto de maio de 2006, o islamismo e a Igreja Ortodoxa Russa foram reconhecidos como “grupos religiosos tradicionais”.

Fonte> http://www.portasabertas.org.br/

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Cristãos são ameaçados por não negarem a fé em Jesus


Convertidos a Cristo na província Savannakhet, no Laos, enfrentam ordens de despejo de suas vilas por se recusarem a renunciar suas crenças; de acordo com relatos da organização de direitos humanos Human Rights Watch for Lao Religious Freedom (HRWLRF)

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Durante um encontro na vila, em 21 de setembro, autoridades do vilarejo Huay, no distrito de Atsaphangthong, determinaram que os convertidos ao cristianismo deveriam negar sua crença ou enfrentar a expulsão. Autoridades acusaram os cristãos de conduzir cultos coletivos em suas casas. Os cristãos têm rejeitado a ordem, afirmando que o direito deles à liberdade de religião ou crença é garantido pela Constituição do Laos.
No mês passado, um grupo de 50 cristãos, no distrito de Borikan (também conhecido como Bolikanh), província de Bolikhamsai, recebeu um ultimato parecido. A HRWLRF relata que autoridades oficiais da vila Nongdaeng convocaram representantes de 11 famílias para um encontro oficial, no qual as autoridades ordenaram que eles se reconvertessem à sua "crença tradicional" (o animismo*). As autoridades da vila acusaram as famílias de acreditar na religião de uma "força ocidental estrangeira", destrutiva para a nação do Laos.
Informações recebidas pela Christian Solidarity Worldwide (CSW) indicam que esta é uma acusação comum aos cristãos. A eles foram dados três dias para respeitar a ordem, mas os mesmos recusaram, insistindo que a Constituição protege seu direito à liberdade de religião ou crença.


*Animismo: manifestação religiosa imanente a todos os elementos do Cosmos (sol, lua, estrelas), a todos os elementos da natureza (rio, oceano, montanha, floresta, rocha), a todos os seres vivos (animais, fungos, vegetais) e a todos os fenômenos naturais (chuva, vento, dia, noite).

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O que você daria a Wasihun no Dia das Crianças?


A criança estava inconsolável. "Eles o esfaquearam até a morte", as palavras jorravam de seus lábios. Wasihun tem apenas 7  anos, mas parece um adulto. Ele ouvia atentamente cada palavra da conversa dos mais velhos, rompendo em lágrimas muitas vezes. "Eu estava segurando em suas pernas quando o arrastaram pelo chão”
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O relato a seguir é de autoria de um colaborador da Portas Abertas que visitou a família de Wasihun, na Etiópia, logo após o assassinato de seu pai.

“Conheci muitas crianças em circunstâncias semelhantes às da família de Wasihun. Vi crianças chorando ao ver a dor de suas mães; chorando sem realmente entender por que o estavam fazendo. Mas Wasihun não. Ele entendia completamente.

Durante nossa conversa, o menino interrompeu diversas vezes sua mãe para nos explicar exatamente como haviam matado seu pai. Seus olhos gritavam de dor. ‘Eu estava segurando em suas pernas quando o arrastaram pelo chão’. Meu intérprete não aguentou e desabou.

Peguei Wasihun e o abracei. O que eu poderia dizer para consolá-lo? Inclinando-se contra o meu peito, ele chorava sem parar: ‘Meu pai me prometeu trazer milho assado amanhã.’

Ali estava eu com essa família do distrito remoto de Hareto, Estado de Oromia, no oeste da Etiópia, apenas dois dias após o trágico assassinato. O que eu via era uma família enlutada - mãe e oito filhos entre 2 e 16 anos - completamente arrasada pelo trauma que havia experimentado e pelo amargo pesar que estava enfrentando. 

Quando o crime aconteceu, em meados de agosto, ninguém veio em seu socorro. Buze, a esposa, e os filhos assistiram, impotentes, Motuma Kemede morrer.

Para este humilde homem de quarenta anos, o dia começou como a maioria dos outros. Ele se levantou cedo e se preparou para ir a uma fazenda próxima, onde trabalhava durante toda a época de chuvas. Nos meses secos de inverno, ele trabalhava como comerciante, viajando pelos arredores para comprar e vender itens por um lucro mínimo.

A família de Motuma é a única cristã numa aldeia animista. A comunidade cada vez mais hostil conhecia Motuma por sua dedicação ao evangelho e à congregação da qual fazia parte em uma aldeia vizinha. Mas eles não apreciavam a sua devoção. 

Como muitos outros cristãos da região, Motuma era  insultado e advertido verbalmente a renunciar sua fé. As ameaças não o preocupavam, uma vez que estava ocupado demais tentando prover sua grande família, que incluía um filho adotivo, enquanto lutava contra sua debilidade física.

‘Foi no meio da noite quando invadiram a nossa casa. Fiquei em estado de choque. Não sabia o que dizer ou fazer. Eles colocaram a luz de suas lanternas diretamente em nossos olhos para que não pudéssemos ver seus rostos. Havia três deles dentro de casa enquanto outros esperavam do lado de fora. Eu os ouvi gritando uns com os outros: esfaqueiem-no! Quando eu perguntei por que estavam nos atacando, eles gritaram para que eu calasse a boca. Eles atingiram primeiro o meu marido com uma lança em suas costas . Motuma estava deitado sobre Defary , nosso filho de 2 anos , para protegê-lo. Mas arrastaram Motuma para fora da casa pelas pernas. Mesmo na rua continuaram a golpear a parte superior do corpo com facões. Eu gritava por socorro, mas ninguém veio. Eles bateram com um pedaço de pau no meu braço direito. Estávamos sozinhos. Todas as crianças ficaram chocadas ao ver como mataram o seu pai’, contou Buze, atordoada.

Todas as crianças choravam enquanto Bachu tentava explicar o que tinha acontecido. Normalmente tentamos tirar as crianças em tais circunstâncias antes de começarmos a falar com o cônjuge sobrevivente. Mas essas crianças recusavam-se a sair do lado de sua mãe.

Buze agora está indo embora para cuidar de seus filhos Demina (16), Wasihun (7), Chimdesa (4), Defaru (2) e filhas Bachu (15), Meskereme, (12), Raju (8) e Ulule (5). 

O líder da igreja de Motuma, pastor Emanuel, nos disse que o assassinato não deve ser visto como um caso isolado ou ocasional de violência. ‘A igreja tem sofrido uma série de ameaças e oposições’.

‘Minha família e eu enfrentamos ameaças constantemente. Meus filhos foram ameaçados no caminho para a escola. Os moradores costumavam jogar sobre eles pequenos pedaços de papel com ameaças rabiscadas. Por fim, minha esposa não suportou mais e decidimos que minha família se mudaria enquanto eu permaneceria para continuar o trabalho.’

‘Mas as ameaças continuaram. Não me atrevo a caminhar pelas redondezas depois de escurecer. Frequentemente jogam pedras em nós quando nos reunimos para adorar. Tivemos nosso gado envenenado e ovelhas roubadas. No ano passado, destruíram a minha colheita. Essas coisas são comuns para nós.’

‘Os animistas estão tentando nos forçar a participar de seus rituais, mas dizemos cuidadosamente que é contra a nossa fé fazê-lo. Tenho amigos entre eles que já me alertaram sobre o fato de que eles estão procurando maneiras de matarem a mim e a outros membros de nossa igreja. Mas Deus me chamou para servir aqui, e eu não posso ir embora’, comentou o pastor Emanuel.

A Portas Abertas continua  envolvida com a igreja local nesta e em outras regiões de Oromia, na Etiópia, onde a perseguição tem se intensificado. Ajudamos a cobrir os gastos imediatos de Buze e seus filhos. Também cobrimos as matrículas das crianças na escola, uniformes e material escolar para este ano letivo. Em acordo com a igreja local, estamos procurando maneiras de ajudar a família por um período maior.”

Pedidos de oração

• Ore pelo conforto de Deus para Buze e seus filhos. Todos estão profundamente traumatizados.
• Além da cura emocional que a família precisa desesperadamente, também necessita da proteção de Deus.
• O pastor, a igreja local e a Portas Abertas permanecerão muito envolvidos no caso. Ore para que seja aplicada a melhor maneira de apoiar a família em longo prazo. 
• Interceda para que o Senhor proteja e capacite o pastor Emanuel e sua igreja para alcançarem a comunidade animista que os cerca.


Fonte: http://www.portasabertas.org.br/
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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Rayanne Vanessa - Quem Diria

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Crianças criminosas chocam o mundo por seus atos brutais. Relembre casos

Segundo especialistas vários fatores podem influenciar a formação de um caráter não adequado.



A Polícia Civil de São Paulo está investigando se o adolescente Marcelo
Eduardo Bovo Pesseghini (na foto, à dir.), de 13 anos, é o autor do assassinato de seus pais — um
casal de policiais — e de outras duas parentes dentro de casa, na segunda-feira
(5). O corpo do garoto também foi encontrado na cena do crime, na zona norte da
capital paulista, com sinais de suicídio.

É difícil compreender o que leva uma criança 
ou um adolescente a cometer um crime brutal. No entanto, essa é uma 
situação real, em que pessoas aparentemente incapazes de atos cruéis 
fazem vítimas sem pudor algum e chocam a sociedade. Conheça a seguir alguns casos de crianças que foram acusadas, julgadas e condenadas pelos mais diversos tipos de crimes
Polícia Civil de São Paulo está investigando se o adolescente Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini (na foto, à dir.), de 13 anos, é o autor do assassinato de seus pais — um casal de policiais — e de outras duas parentes dentro de casa, na segunda-feira (5). O corpo do garoto também foi encontrado na cena do crime, na zona norte da capital paulista, com sinais de suicídio. É difícil compreender o que leva uma criança ou um adolescente a cometer um crime brutal. No entanto, essa é uma situação real, em que pessoas aparentemente incapazes de atos cruéis fazem vítimas sem pudor algum e chocam a sociedade. 
Conheça a seguir alguns casos de crianças que foram acusadas, julgadas e condenadas pelos mais diversos tipos de crimes
O
menino James Bulger tinha apenas três anos de idade quando desapareceu de um
centro de compras em Liverpool, na Inglaterra, enquanto passeava com a mãe, Denise Bulger (foto). O
caso aconteceu em 1993 e poderia até ser uma história corriqueira, já que
muitas crianças podem se perder com facilidade em ambientes como esse
O menino James Bulger tinha apenas três anos de idade quando desapareceu de um centro de compras em Liverpool, na Inglaterra, enquanto passeava com a mãe, Denise Bulger (foto). O caso aconteceu em 1993 e poderia até ser uma história corriqueira, já que muitas crianças podem se perder com facilidade em ambientes como esse.
Mas o corpo do menino foi
encontrado dois dias depois em uma ferrovia, a 4 km do local do desaparecimento.
No total, havia 42 ferimentos no corpo da criança, que estava partido ao meio, com sinais de tortura e abuso sexual. Uma série de requintes
de crueldade agravou a situação: havia tinta nos olhos do menino e pilhas em sua
boca, que teriam sido introduzidas também em seu ânus.

 A morte veio com
golpes de tijolos e uma barra de ferro. O corpo foi colocado na linha do trem e
coberto com pedaços de madeira

Mas o corpo do menino foi encontrado dois dias depois em uma ferrovia, a 4 km do local do desaparecimento. No total, havia 42 ferimentos no corpo da criança, que estava partido ao meio, com sinais de tortura e abuso sexual. 
Uma série de requintes de crueldade agravou a situação: havia tinta nos olhos do menino e pilhas em sua boca, que teriam sido introduzidas também em seu ânus. A morte veio com golpes de tijolos e uma barra de ferro. O corpo foi colocado na linha do trem e coberto com pedaços de madeira.
A
pergunta que assombrava a todos na época era quem havia cometido tais
atrocidades com a criança. A surpresa veio com o relato de 38 testemunhas de
que James foi visto dentro do centro de compras com outros dois garotos mais
velhos. A cena foi confirmada pelas câmeras do local, que mostravam os meninos
à espreita da vítima e depois junto ao pequeno James. Um deles era Jon Venables (foto)...

A pergunta que assombrava a todos na época era quem havia cometido tais atrocidades com a criança. A surpresa veio com o relato de 38 testemunhas de que James foi visto dentro do centro de compras com outros dois garotos mais velhos. A cena foi confirmada pelas câmeras do local, que mostravam os meninos à espreita da vítima e depois junto ao pequeno James. 
Um deles era Jon Venables (foto)...

...o outro era Robert Thompson (foto), ambos com apenas dez anos. Os dois foram condenados pelo assassinato do
menino de três anos.

Ambos foram colocados em
liberdade condicional em 2001 e ganharam novas identidades, além de mudarem de
endereço. Mas, em 2010, Jon Venables voltou a ser notícia ao ser novamente condenado por
possuir material de pornografia infantil

...o outro era Robert Thompson (foto), ambos com apenas dez anos. 
Os dois foram condenados pelo assassinato do menino de três anos.Ambos foram colocados em liberdade condicional em 2001 e ganharam novas identidades, além de mudarem de endereço. Mas, em 2010, Jon Venables voltou a ser notícia ao ser novamente condenado por possuir material de pornografia infantil.





O caso de Mary Flora Bell é um dos mais conhecidos. Ela foi
condenada aos 11 anos pela morte de dois meninos: Brian Howe, de três anos, e
Martin Brown, de quatro.

 O primeiro crime
aconteceu em maio de 1968, quando a garota asfixiou e jogou o corpo de Martin
Brown do segundo andar de uma casa abandonada. Apenas dois meses depois, Brian
Howe caiu em uma armadilha de Mary Bell em um local onde crianças costumavam
brincar, próximo a uma linha ferroviária. O menino foi estrangulado e teve as
coxas e os genitais perfurados, além da letra M marcada na barrigaO caso de Mary Flora Bell é um dos mais conhecidos. Ela foi condenada aos 11 anos pela morte de dois meninos: Brian Howe, de três anos, e Martin Brown, de quatro. 

O primeiro crime aconteceu em maio de 1968, quando a garota asfixiou e jogou o corpo de Martin Brown do segundo andar de uma casa abandonada. Apenas dois meses depois, Brian Howe caiu em uma armadilha de Mary Bell em um local onde crianças costumavam brincar, próximo a uma linha ferroviária. O menino foi estrangulado e teve as coxas e os genitais perfurados, além da letra M marcada na barriga.


Entre um caso e outro, a garota ainda tentou assassinar uma
amiguinha, salva pelo pai no momento em que era sufocada por Mary Bell. A
condenação por homicídio involuntário veio em dezembro de 1968, quando a menina
foi diagnosticada com sintomas de psicopatia. Internada em um centro
psiquiátrico e sob custódia, ela foi libertada aos 23 anos de idade e ganhou
anonimato para poder viver com o marido e a filha, que nasceu algum tempo
depois.

 

Sua história deu origem ao livro Gritos no Vazio, no qual ela
relata a infância conturbada ao lado da mãe prostituta, que tentou matá-la ao
menos uma vez, entre outros abusos.

 

Acima, June Richardson, mãe do menino Martin Brown, segura uma foto do filho
Entre um caso e outro, a garota ainda tentou assassinar uma amiguinha, salva pelo pai no momento em que era sufocada por Mary Bell. A condenação por homicídio involuntário veio em dezembro de 1968, quando a menina foi diagnosticada com sintomas de psicopatia. Internada em um centro psiquiátrico e sob custódia, ela foi libertada aos 23 anos de idade e ganhou anonimato para poder viver com o marido e a filha, que nasceu algum tempo depois.   Sua história deu origem ao livro Gritos no Vazio, no qual ela relata a infância conturbada ao lado da mãe prostituta, que tentou matá-la ao menos uma vez, entre outros abusos.   
Acima, June Richardson, mãe do menino Martin Brown, segura uma foto do filho.









O caso de Cristian Fernandez tem causado polêmica nos Estados
Unidos, pois o jovem de 13 anos está sendo julgado como adulto por ter matado por
espancamento seu meio-irmão de dois anos, além de ter estuprado um outro meio-irmão, de cinco. Como explicar que uma criança de 12 anos tenha feito isso?
O caso de Cristian Fernandez tem causado polêmica nos Estados Unidos, pois o jovem de 13 anos está sendo julgado como adulto por ter matado por espancamento seu meio-irmão de dois anos, além de ter estuprado um outro meio-irmão, de cinco. Como explicar que uma criança de 12 anos tenha feito isso?

Assim como em outros casos, o histórico familiar influenciou a vida do menino. Sua mãe tinha apenas
12 anos quando ele nasceu, fruto de um estupro. Desde a infância, o menino já
estava acostumado a simular atos sexuais, torturar e matar pequenos animais. O pai
foi preso, e o padrasto, que se suicidou em 2010, costumava bater em Cristian. A
mãe, assim como a avó, era usuária de drogas.

Se Cristian for condenado por homicídio doloso, poderá
receber pena de prisão perpétua, sem possibilidade de liberdade condicionalAssim como em outros casos, o histórico familiar influenciou a vida do menino. Sua mãe tinha apenas 12 anos quando ele nasceu, fruto de um estupro. Desde a infância, o menino já estava acostumado a simular atos sexuais, torturar e matar pequenos animais. O pai foi preso, e o padrasto, que se suicidou em 2010, costumava bater em Cristian. A mãe, assim como a avó, era usuária de drogas. Se Cristian for condenado por homicídio doloso, poderá receber pena de prisão perpétua, sem possibilidade de liberdade condicional.



O
assassinato de duas crianças chamou a atenção da cidade de Kobe, no Japão, em
1997. Ayaka Yamashita, de dez anos, foi encontrada morta e, de acordo com a
polícia, foi atacada com uma barra de ferro. Passados alguns dias, Jun Hase, de
11 anos, desapareceu, e sua cabeça foi encontrada três dias depois. Dentro de sua boca, foi encontrado um bilhete com
mensagens desafiando a polícia e contando como era excitante ver pessoas
morrendo. Sua assinatura: Sakakibara Seito, um codinome

O assassinato de duas crianças chamou a atenção da cidade de Kobe, no Japão, em 1997. Ayaka Yamashita, de dez anos, foi encontrada morta e, de acordo com a polícia, foi atacada com uma barra de ferro. Passados alguns dias, Jun Hase, de 11 anos, desapareceu, e sua cabeça foi encontrada três dias depois. Dentro de sua boca, foi encontrado um bilhete com mensagens desafiando a polícia e contando como era excitante ver pessoas morrendo. Sua assinatura: Sakakibara Seito, um codinome.



Outras três meninas já haviam sido atacadas na mesma região e
disseram que um menino era responsável por esses episódios, causando alarme na
polícia. A situação piorou quando uma carta foi enviada a um jornal japonês,
contendo ainda mais ameaças.

 

A confirmação do
relato de algumas vítimas veio com a prisão de um menino de 14 anos, preso em
sua própria casa, onde foram encontrados cadernos com o registro dos crimes.
Sem identidade revelada, o jovem foi internado e recebeu tratamento
psiquiátrico, sendo libertado em 2004, aos 21 anos.Acima, a escola onde Jun Hase estudava e de onde desapareceu misteriosamente até ser encontrado mortoOutras três meninas já haviam sido atacadas na mesma região e disseram que um menino era responsável por esses episódios, causando alarme na polícia. A situação piorou quando uma carta foi enviada a um jornal japonês, contendo ainda mais ameaças.   A confirmação do relato de algumas vítimas veio com a prisão de um menino de 14 anos, preso em sua própria casa, onde foram encontrados cadernos com o registro dos crimes. Sem identidade revelada, o jovem foi internado e recebeu tratamento psiquiátrico, sendo libertado em 2004, aos 21 anos.
Acima, a escola onde Jun Hase estudava e de onde desapareceu misteriosamente até ser encontrado morto.

Uma dupla
de amigos com o hábito de perturbar as demais crianças fazendo piadas desagradáveis: uma situação questionável, mas bastante comum. Não passaria disso, se os dois garotos em questão não fossem os
responsáveis por um ataque a tiros em uma escola de Jonesboro, no Estado do
Arkansas, nos EUA, em 24 de março de 1998. Quatro crianças e uma professora
morreramUma dupla de amigos com o hábito de perturbar as demais crianças fazendo piadas desagradáveis: uma situação questionável, mas bastante comum. Não passaria disso, se os dois garotos em questão não fossem os responsáveis por um ataque a tiros em uma escola de Jonesboro, no Estado do Arkansas, nos EUA, em 24 de março de 1998. Quatro crianças e uma professora morreram.



Mitchell Scott
Johnson, de 13 anos, e seu amigo Andrew Douglas Golden (foto), de 11 anos, eram os
típicos meninos que gostavam de causar polêmica entre outras crianças — eles
chegavam a dizer que eram membros de uma gangue de Los Angeles. Mas Mitchell ia além, tendo recebido acusações de molestar uma criança de três anos e de ameaçar uma outra de
morte. O menino chegava a dizer que tinha “muitas pessoas para matar”. Todos
esses fatos passaram despercebidos, até a chacina na escola trazer tudo à tona.

O crime foi planejado: após
roubarem um fuzil, duas espingardas semiautomáticas e quatro pistolas da casa
do avô de Andrew, os meninos carregaram o porta-malas do carro da mãe de Mitchell
com comida, sacos de dormir e outros equipamentos para acampar. No dia
seguinte, dirigiram até a escola. Um deles ficou escondido, enquanto o outro
ativou o alarme de incêndio e voltou para o esconderijo. No momento em que
professores e alunos saíram desesperados, foram alvejados
Mitchell Scott Johnson, de 13 anos, e seu amigo Andrew Douglas Golden (foto), de 11 anos, eram os típicos meninos que gostavam de causar polêmica entre outras crianças — eles chegavam a dizer que eram membros de uma gangue de Los Angeles. Mas Mitchell ia além, tendo recebido acusações de molestar uma criança de três anos e de ameaçar uma outra de morte. O menino chegava a dizer que tinha “muitas pessoas para matar”. Todos esses fatos passaram despercebidos, até a chacina na escola trazer tudo à tona. 

O crime foi planejado: após roubarem um fuzil, duas espingardas semiautomáticas e quatro pistolas da casa do avô de Andrew, os meninos carregaram o porta-malas do carro da mãe de Mitchell com comida, sacos de dormir e outros equipamentos para acampar. No dia seguinte, dirigiram até a escola. Um deles ficou escondido, enquanto o outro ativou o alarme de incêndio e voltou para o esconderijo. No momento em que professores e alunos saíram desesperados, foram alvejados.


Mitchell (foto)
saiu da prisão em 2005 e Andrew em 2007, quando completaram 21 anos. O primeiro
foi preso novamente e condenado a 18 anos de prisão por porte ilegal de armas e drogas
e por usar um cartão de crédito roubado. Já Andrew foi pego tentando comprar
uma arma com nome falso



Mitchell (foto) saiu da prisão em 2005 e Andrew em 2007, quando completaram 21 anos. O primeiro foi preso novamente e condenado a 18 anos de prisão por porte ilegal de armas e drogas e por usar um cartão de crédito roubado. Já Andrew foi pego tentando comprar uma arma com nome falso.


George Stinney ainda era um menor de idade
quando, aos 14 anos, assassinou as meninas Betty Binnicker e Maria Emma Thames,
de 11 e 8 anos, respectivamente. Mas o garoto foi julgado como um adulto,
marcando aquela que seria a pessoa mais jovem a ser legalmente executada nos Estados
Unidos durante o século passado.

 
Em 1944, as meninas foram
golpeadas com uma barra de ferro e tiveram fraturas graves no crânio. Os corpos
foram encontrados em um buraco repleto de lama. George confessou que queria
fazer sexo com Betty na ocasião

George Stinney ainda era um menor de idade quando, aos 14 anos, assassinou as meninas Betty Binnicker e Maria Emma Thames, de 11 e 8 anos, respectivamente. Mas o garoto foi julgado como um adulto, marcando aquela que seria a pessoa mais jovem a ser legalmente executada nos Estados Unidos durante o século passado.   Em 1944, as meninas foram golpeadas com uma barra de ferro e tiveram fraturas graves no crânio. Os corpos foram encontrados em um buraco repleto de lama. George confessou que queria fazer sexo com Betty na ocasião.





O menino Eric Smith foi acusado de matar Derrick Robie, uma
criança de quatro anos que foi estrangulada, abusada com um bastão e teve
pedras atiradas contra sua cabeça. Durante interrogatório, Smith simplesmente
não deu nenhuma resposta esclarecedora e foi diagnosticado por um psiquiatra
com transtorno explosivo intermitente, quando uma pessoa é incapaz de controlar
sua raiva. O jovem foi detido e teve liberdade condicional negada diversas vezes

O menino Eric Smith foi acusado de matar Derrick Robie, uma criança de quatro anos que foi estrangulada, abusada com um bastão e teve pedras atiradas contra sua cabeça. Durante interrogatório, Smith simplesmente não deu nenhuma resposta esclarecedora e foi diagnosticado por um psiquiatra com transtorno explosivo intermitente, quando uma pessoa é incapaz de controlar sua raiva. O jovem foi detido e teve liberdade condicional negada diversas vezes.











Graham Young tinha interesse por química quando criança. Algo normal e até mesmo motivo de orgulho para qualquer pai, que poderia ver ali um bom futuro para o filho. O que o menino mais
 gostava era estudar venenos de animais e seus efeitos.Mas aos 14 anos, em 1961, ele começou a fazer experiências sórdidas. 
Sua ação começou logo com a própria família, envenenando o pai, a irmã, a madrasta e mãe dela. Young foi preso após um professor suspeitar dele e chamar a polícia
Solto aos 23 anos, ele voltou a envenenar outras pessoas. Em seguida foi preso, morrendo na cadeia.


Internado em uma
clínica, o jovem não mudou seus hábitos: envenenou pessoas do hospital e
colegas de cela, matando um deles. Solto aos 23 anos, ele voltou a envenenar
outras pessoas. Em seguida foi preso, morrendo na cadeia
Internado em uma clínica, o jovem não mudou seus hábitos: envenenou pessoas do hospital e colegas de cela, matando um deles. Solto aos 23 anos, ele voltou a envenenar outras pessoas. Em seguida foi preso, morrendo na cadeia.
Jordan
Brown tinha apenas 11 anos quando pegou uma espingarda calibre 20 e a apontou para a cabeça de sua madrasta, que estava dormindo e grávida de oito meses, matando
ela e o bebê. Mais assustador ainda foi o comportamento do menino, que
se limitou a guardar a arma e seguir para a escola, como se fosse um dia
normal. O menino chegou a mentir para a polícia e dizer que tinha visto um
carro preto rondando sua casa, com a intenção de criar uma história para o
crime

Jordan Brown tinha apenas 11 anos quando pegou uma espingarda calibre 20 e a apontou para a cabeça de sua madrasta, que estava dormindo e grávida de oito meses, matando ela e o bebê. Mais assustador ainda foi o comportamento do menino, que se limitou a guardar a arma e seguir para a escola, como se fosse um dia normal. O menino chegou a mentir para a polícia e dizer que tinha visto um carro preto rondando sua casa, com a intenção de criar uma história para o crime.


O crime aconteceu em 2009, na Pensilvânia (Estados Unidos), onde qualquer pessoa
com mais de dez anos seria julgada como adulto neste caso. O pai de Jordan
acredita na inocência do filho e diz que ele era uma criança normal e amorosa,
incapaz de fazer o que fez com a madrasta (foto). Inclusive, foi o próprio pai que deu a arma
utilizada no crime de presente para o menino.

O julgamento de Jordan Brown ainda está em aberto e sem uma
decisão final

O crime aconteceu em 2009, na Pensilvânia (Estados Unidos), onde qualquer pessoa com mais de dez anos seria julgada como adulto neste caso. O pai de Jordan acredita na inocência do filho e diz que ele era uma criança normal e amorosa, incapaz de fazer o que fez com a madrasta (foto). Inclusive, foi o próprio pai que deu a arma utilizada no crime de presente para o menino. O julgamento de Jordan Brown ainda está em aberto e sem uma decisão final.


te para o menino. 

O julgamento de Jordan Brown ainda está em aberto e sem uma decisão final
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Adolescente pedófilo quase mata bebê de dez meses por cometer abuso usando talheres


 Juiz considerou o caso como “o mais desagradável” que ele já viu


Jovem já tinha cometido outros abusos
e foi condenado a 14 anos de prisão.

Um adolescente pedófilo, de 19 anos, quase matou um bebê de dez meses por abusar dele com talheres.

O caso ocorreu em Leeds, na Inglaterra.

Segundo informações do Daily Mail, o garotinho foi submetido a uma cirurgia de emergência e precisou ser ressuscitado duas vezes no hospital.

O adolescente foi condenado a 14 anos de prisão por três abusos de crianças menores de 13 anos e uma queixa por lesão intencional.

O juiz Neil Clark disse ao réu que esse caso talvez tenha sido o mais desagradável que ele já vivenciou na carreira.




O abuso do bebê foi cometido em janeiro. Ele foi abandonado com sangramento intenso, proveniente de uma ruptura do intestino.

No hospital, o menino precisou colocar uma bolsa de colostomia.

O réu disse ser inocente, mas não convenceu o júri. Ele foi condenado no dia 19 e, inicialmente, será enviado para uma instituição para jovens infratores.

O juiz ordenou também uma extensão de oito anos à pena contados a partir da soltura.


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