terça-feira, 19 de novembro de 2013

Mulher acusada de esmagar sobrinho com peso do próprio corpo emagrece 376 quilos


 Quase dois anos após incidente ela saiu dos 466 quilos para apenas 90


Mayra Rosales foi julgada em janeiro de 2012 sob acusação de ter esmagado intencionalmente seu sobrinho .
A moradora de Houston, Texas (EUA), acabou sendo inocentada na ocasião, com argumento de que ela era “muito gorda para matar”, já que sustentava 466 quilos de peso corporal.
A mãe da criança e irmã de Mayra, Jaime Rosales, foi culpada e condenada pelo crime, mesmo Mayra tendo admitido a culpa para evitar que os outros filhos da irmã ficassem sem mãe. Ela só voltou atrás depois de notar que os sobrinhos continuavam sendo abusados.
Após toda a confusão, Mayra resolveu mudar de vida. Ela passou por cirurgias e foi submetida a uma dieta alimentar muito rigorosa. Quase dois anos após começar a cuidar da saúde, Mayra perdeu 376 quilos.
Ela agora está estrelando um documentário chamado “Half-ton Killer: Transformed” (Assassina de meia tonelada: Transformada), que vai ser exibido em dezembro na TLC.

SAIBA UM POUCO MAIS

 Em 2008, Mayra Rosales, que na época pesava 470 kg, confessou à polícia que tinha matado seu sobrinho de dois anos de idade, Eliseo Jr., ao esmagá-lo acidentalmente.

A história não convenceu seu advogado, já que Mayra, que sofria de obesidade mórbida, mal conseguia se mexer.

Mais tarde, o advogado descobriu que quem agredira Eliseo tinha sido a própria mãe, a irmã de Mayra, Jaime Rosales.

Jaime está presa e vai cumprir uma sentença de 15 anos de prisão.

A impressionante história de Mayra acaba de virar um documentário, que será transmitido pela TV americana no começo de outubro

Na época da morte de seu sobrinho, Mayra vivia com a irmã, Jaime, em Sullivan, no Texas (EUA).


Em março daquele ano, ela viu a irmã agredindo Eliseo, de apenas dois anos de idade, com uma escova.

Segundo Mayra revelou mais tarde, Jaime bateu no filho repetidas vezes em seus braços, pernas e cabeça.


Naquele mesmo dia, o menino começou a sofrer problemas respiratórios e acabou morrendo.

Para acobertar a irmã, Mayra disse que rolou acidentalmente sobre o menino e o esmagou.

O advogado de Mayra sempre desconfiou da confissão de sua cliente


Mayra, que hoje tem 31 anos, decidiu assumir a culpa pelo assassinato para que os outros filhos de sua irmã ainda "tivessem uma mãe".


Ela sofreu diversos problemas durante o período de investigação do caso, foi internada por 12 semanas e emagreceu cerca de 125 kg

Quando o advogado de Mayra pediu que ela mostrasse como aconteceu o acidente, ela se mostrou fisicamente incapaz e começou a chorar.


"Nós sabíamos que ela estava acobertando alguém", disse o advogado Sergio Valdez.

Mayra só decidiu revelar toda a verdade depois que soube que a irmã continuava batendo nos outros sobrinhos

Mayra mal conseguia se mover e, além disso, era "muito gorda para matar", como afirma o documentário.
Atingida por uma pneumonia, foram necessários 10 homens e uma ambulância extra-grande para levá-la ao hospital

Hoje, Mayra lamenta a prisão da irmã.


— Estou muito triste porque ela está na cadeia. Mas acho que minha irmã entende agora que errou. Acredito que ela possa mudar e aprender com o que aconteceu.

FOTOS DE MAYRA ROSALES







HOJE MAYRA ROSALES COM 90 QUILOS,
JA PERDEUS 376 KILOS.



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domingo, 17 de novembro de 2013

80 pessoas são fuziladas pelo “crime” de possuir uma Bíblia

Governo norte-coreano inicia nova campanha de terror contra Igreja




O jornal sul-coreano JoongAng Ilbo denunciou a execução de 80 norte-coreanos na semana passada. A notícia chocante foi reproduzida por vários órgãos de imprensa europeus e americanos. O que chamou atenção foi o motivo alegado. As pessoas haviam desobedecido e lei, pois assistiram televisão e possuíam Bíblias em suas casa.
As execuções foram realizadas em sete cidades no dia 3 de novembro. Um grupo de refugiados norte-coreanos testemunham que a prática não é nova. A fonte do jornal é uma pessoa que alega ter saído ilegalmente da Coréia do Norte e ser testemunha ocular de um evento onde 10.000 pessoas foram até um estádio esportivo na cidade de Wonsan para assistir os condenados enfrentarem um pelotão de fuzilamento. A prática é uma maneira de a liderança ditatorial do país disseminar sua mensagem à população.
Segundo o jornal inglês Daily Mail, os mortos “foram amarrados a estacas com sacos cobrindo suas cabeças. Seus corpos foram crivados por tiros de metralhadora enquanto eram acusados” ​​de práticas que são consideradas traição ao regime, como assistir TV sul-coreana e terem Bíblias em casa.
Um dos líderes do grupo de refugiados Solidariedade Intelectual, disse ao The Independent: “O regime, obviamente, está com medo de possíveis mudanças na mentalidade das pessoas. Tenta preventivamente assustá-las”. Eles acusam o governo norte-coreano de continuamente ser responsável por execuções, desaparecimentos, detenções arbitrárias e tortura.
De acordo com o relatório sobre direitos humanos da ONU, “O governo submete cidadãos a controles rígidos em muitos aspectos de suas vidas, incluindo a negação das liberdades de expressão, de imprensa, de reunião, de associação, religião e movimento e os direitos dos trabalhadores”.
A Coreia do Norte é o país mais fechado do mundo e vive querendo retomar a guerra contra a coirmã do sul. Está em primeiro lugar na lista de países que mais perseguem os cristãos. Praticar a fé cristã é considerado crime grave. Pessoas apanhadas em reuniões de igrejas ou penas com uma Bíblia em casa é podem ser condenadas à prisão ou mesmo à morte. Apesar da campanha de medo constante, há relatos de que a Igreja subterrânea continue crescendo.
A notícia vem na mesma semana que o pastor americano Eric Foley recebeu destaque na imprensa ao mostrar como enviou cerca de 50 mil Bíblias para a Coréia do Norte este ano, utilizando balões de gás guiados por GPS.
“São os fiéis mais perseguidos na Terra”, acredita Foley. Ele afirma que existem cerca de 100.000 cristãos na Coréia do Norte. Ninguém sabe ao certo, mas acredita-se que mais de 70 mil estão atualmente detidos em campos de concentração, onde fazem trabalhos forçados, passam fome, são torturados e até mortos. Para a missão Portas Abertas, que também contrabandeia Bíblias usando balões, seriam perto de 400 mil cristãos. Com informações Daily Mail e The Blaze. 
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Adolescente morre com Síndrome do Choque Tóxico após usar seu primeiro absorvente

Natasha Scott-Falber, 14, morreu subitamente no Dia dos Namorados, no País de Gales.
Ela morreu rapidamente com a Síndrome do Choque Tóxico. Sua família acredita que tudo começou ao contrair uma gravíssima infecção bacteriana – uma condição rara que só ocorre com 40 pessoas na Grã-Bretanha a cada ano.
Os pais colocaram no Facebook alertas para que outras garotas não sofram do mesmo problema: “Natasha morreu de Síndrome do Choque Tóxico por ter usado seu primeiro absorvente. De um modo geral, é de conhecimento que um absorvente interno usado por muito tempo pode causar a síndrome. No caso de Natasha, ela seguiu todas as instruções e tinha utilizado corretamente. Em seu caso, apenas o fato de ter introduzido o produto já provocou a síndrome”.
A garota ficou doente e cinco dias depois morreu. O falecimento ocorreu em sua casa, assistindo a programas de TV. A morte ocorreu por septicemia. A infecção foi causada pela bactéria Staphylococcus aureus e Streptococcus. Essas bactérias, geralmente, vivem de modo inofensivo em nossa pele, mas quando invadem a corrente sanguínea produzem toxinas bastante perigosas.
Não é exatamente entendido porque usar um absorvente interno está relacionado com a Síndrome do Choque Tóxico, mas estima-se que a quantidade de sangue menstrual absorvido pelo produto possa ter alguma relação.

O que é a Síndrome do Choque Tóxico?

Ela é caracterizada por uma invasão de bactérias na corrente sanguínea. Elas começam a produzir toxinas e isso provoca uma febre alta súbita, uma queda acentuada na pressão arterial, resultando em tonturas, confusão, vômitos e diarréia.
As mulheres têm maior risco de contrair essas bactérias durante o período menstrual, especialmente se usarem absorventes internos ou contraceptivos como o diafragma.



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sábado, 12 de outubro de 2013

“Não ore para que a perseguição, no Quirguistão, pare”


Foram exatamente essas as palavras que a equipe da Portas Abertas Brasil ouviu na manhã dessa sexta-feira (11). Quem as proferiu foi um pastor quirguiz. Entre outros detalhes, ele contou que há lugares onde se um cristão morrer, é proibido enterrá-lo nos cemitérios locais, unicamente por conta de sua fé em Jesus
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Eu não imagino cristãos sem perseguição, porque sem isso, não seremos fortes. Foi Jesus quem disse que, por causa do nome dele, iriam nos perseguir, odiar e até nos matar. Não podemos mudar isso. [Pelo contrário], somos felizes de ter isso em nossa vida. Queremos apenas ter força para evangelizar e receber as pessoas [que necessitam de apoio]”, afirmou o pastor. 

Segundo ele, os primeiros cristãos quirguizes do país foram agredidos e torturados. “Este ano, um ministro quirguiz falou abertamente que o cristianismo era um ataque do ocidente que deveria ser parado e instou a população a lutar contra os cristãos”. Além disso, o pastor revelou que, na escola, as crianças cristãs são separadas das demais “como se fossem doentes”. “Orem por nós, pelo povo quirguiz e pelos cristãos, a fim de que manifestem amor e perdão aos perseguidores”, solicitou.

No Quirguistão, 
49º país mais opressor aos cristãos, embora a Constituição do país garanta liberdade religiosa aos cidadãos, há cada vez mais restrições ao direito de se reunir e se expressar. O governo não apoia oficialmente nenhuma religião. No entanto, de acordo com um decreto de maio de 2006, o islamismo e a Igreja Ortodoxa Russa foram reconhecidos como “grupos religiosos tradicionais”.

Fonte> http://www.portasabertas.org.br/

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Cristãos são ameaçados por não negarem a fé em Jesus


Convertidos a Cristo na província Savannakhet, no Laos, enfrentam ordens de despejo de suas vilas por se recusarem a renunciar suas crenças; de acordo com relatos da organização de direitos humanos Human Rights Watch for Lao Religious Freedom (HRWLRF)

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Durante um encontro na vila, em 21 de setembro, autoridades do vilarejo Huay, no distrito de Atsaphangthong, determinaram que os convertidos ao cristianismo deveriam negar sua crença ou enfrentar a expulsão. Autoridades acusaram os cristãos de conduzir cultos coletivos em suas casas. Os cristãos têm rejeitado a ordem, afirmando que o direito deles à liberdade de religião ou crença é garantido pela Constituição do Laos.
No mês passado, um grupo de 50 cristãos, no distrito de Borikan (também conhecido como Bolikanh), província de Bolikhamsai, recebeu um ultimato parecido. A HRWLRF relata que autoridades oficiais da vila Nongdaeng convocaram representantes de 11 famílias para um encontro oficial, no qual as autoridades ordenaram que eles se reconvertessem à sua "crença tradicional" (o animismo*). As autoridades da vila acusaram as famílias de acreditar na religião de uma "força ocidental estrangeira", destrutiva para a nação do Laos.
Informações recebidas pela Christian Solidarity Worldwide (CSW) indicam que esta é uma acusação comum aos cristãos. A eles foram dados três dias para respeitar a ordem, mas os mesmos recusaram, insistindo que a Constituição protege seu direito à liberdade de religião ou crença.


*Animismo: manifestação religiosa imanente a todos os elementos do Cosmos (sol, lua, estrelas), a todos os elementos da natureza (rio, oceano, montanha, floresta, rocha), a todos os seres vivos (animais, fungos, vegetais) e a todos os fenômenos naturais (chuva, vento, dia, noite).

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O que você daria a Wasihun no Dia das Crianças?


A criança estava inconsolável. "Eles o esfaquearam até a morte", as palavras jorravam de seus lábios. Wasihun tem apenas 7  anos, mas parece um adulto. Ele ouvia atentamente cada palavra da conversa dos mais velhos, rompendo em lágrimas muitas vezes. "Eu estava segurando em suas pernas quando o arrastaram pelo chão”
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O relato a seguir é de autoria de um colaborador da Portas Abertas que visitou a família de Wasihun, na Etiópia, logo após o assassinato de seu pai.

“Conheci muitas crianças em circunstâncias semelhantes às da família de Wasihun. Vi crianças chorando ao ver a dor de suas mães; chorando sem realmente entender por que o estavam fazendo. Mas Wasihun não. Ele entendia completamente.

Durante nossa conversa, o menino interrompeu diversas vezes sua mãe para nos explicar exatamente como haviam matado seu pai. Seus olhos gritavam de dor. ‘Eu estava segurando em suas pernas quando o arrastaram pelo chão’. Meu intérprete não aguentou e desabou.

Peguei Wasihun e o abracei. O que eu poderia dizer para consolá-lo? Inclinando-se contra o meu peito, ele chorava sem parar: ‘Meu pai me prometeu trazer milho assado amanhã.’

Ali estava eu com essa família do distrito remoto de Hareto, Estado de Oromia, no oeste da Etiópia, apenas dois dias após o trágico assassinato. O que eu via era uma família enlutada - mãe e oito filhos entre 2 e 16 anos - completamente arrasada pelo trauma que havia experimentado e pelo amargo pesar que estava enfrentando. 

Quando o crime aconteceu, em meados de agosto, ninguém veio em seu socorro. Buze, a esposa, e os filhos assistiram, impotentes, Motuma Kemede morrer.

Para este humilde homem de quarenta anos, o dia começou como a maioria dos outros. Ele se levantou cedo e se preparou para ir a uma fazenda próxima, onde trabalhava durante toda a época de chuvas. Nos meses secos de inverno, ele trabalhava como comerciante, viajando pelos arredores para comprar e vender itens por um lucro mínimo.

A família de Motuma é a única cristã numa aldeia animista. A comunidade cada vez mais hostil conhecia Motuma por sua dedicação ao evangelho e à congregação da qual fazia parte em uma aldeia vizinha. Mas eles não apreciavam a sua devoção. 

Como muitos outros cristãos da região, Motuma era  insultado e advertido verbalmente a renunciar sua fé. As ameaças não o preocupavam, uma vez que estava ocupado demais tentando prover sua grande família, que incluía um filho adotivo, enquanto lutava contra sua debilidade física.

‘Foi no meio da noite quando invadiram a nossa casa. Fiquei em estado de choque. Não sabia o que dizer ou fazer. Eles colocaram a luz de suas lanternas diretamente em nossos olhos para que não pudéssemos ver seus rostos. Havia três deles dentro de casa enquanto outros esperavam do lado de fora. Eu os ouvi gritando uns com os outros: esfaqueiem-no! Quando eu perguntei por que estavam nos atacando, eles gritaram para que eu calasse a boca. Eles atingiram primeiro o meu marido com uma lança em suas costas . Motuma estava deitado sobre Defary , nosso filho de 2 anos , para protegê-lo. Mas arrastaram Motuma para fora da casa pelas pernas. Mesmo na rua continuaram a golpear a parte superior do corpo com facões. Eu gritava por socorro, mas ninguém veio. Eles bateram com um pedaço de pau no meu braço direito. Estávamos sozinhos. Todas as crianças ficaram chocadas ao ver como mataram o seu pai’, contou Buze, atordoada.

Todas as crianças choravam enquanto Bachu tentava explicar o que tinha acontecido. Normalmente tentamos tirar as crianças em tais circunstâncias antes de começarmos a falar com o cônjuge sobrevivente. Mas essas crianças recusavam-se a sair do lado de sua mãe.

Buze agora está indo embora para cuidar de seus filhos Demina (16), Wasihun (7), Chimdesa (4), Defaru (2) e filhas Bachu (15), Meskereme, (12), Raju (8) e Ulule (5). 

O líder da igreja de Motuma, pastor Emanuel, nos disse que o assassinato não deve ser visto como um caso isolado ou ocasional de violência. ‘A igreja tem sofrido uma série de ameaças e oposições’.

‘Minha família e eu enfrentamos ameaças constantemente. Meus filhos foram ameaçados no caminho para a escola. Os moradores costumavam jogar sobre eles pequenos pedaços de papel com ameaças rabiscadas. Por fim, minha esposa não suportou mais e decidimos que minha família se mudaria enquanto eu permaneceria para continuar o trabalho.’

‘Mas as ameaças continuaram. Não me atrevo a caminhar pelas redondezas depois de escurecer. Frequentemente jogam pedras em nós quando nos reunimos para adorar. Tivemos nosso gado envenenado e ovelhas roubadas. No ano passado, destruíram a minha colheita. Essas coisas são comuns para nós.’

‘Os animistas estão tentando nos forçar a participar de seus rituais, mas dizemos cuidadosamente que é contra a nossa fé fazê-lo. Tenho amigos entre eles que já me alertaram sobre o fato de que eles estão procurando maneiras de matarem a mim e a outros membros de nossa igreja. Mas Deus me chamou para servir aqui, e eu não posso ir embora’, comentou o pastor Emanuel.

A Portas Abertas continua  envolvida com a igreja local nesta e em outras regiões de Oromia, na Etiópia, onde a perseguição tem se intensificado. Ajudamos a cobrir os gastos imediatos de Buze e seus filhos. Também cobrimos as matrículas das crianças na escola, uniformes e material escolar para este ano letivo. Em acordo com a igreja local, estamos procurando maneiras de ajudar a família por um período maior.”

Pedidos de oração

• Ore pelo conforto de Deus para Buze e seus filhos. Todos estão profundamente traumatizados.
• Além da cura emocional que a família precisa desesperadamente, também necessita da proteção de Deus.
• O pastor, a igreja local e a Portas Abertas permanecerão muito envolvidos no caso. Ore para que seja aplicada a melhor maneira de apoiar a família em longo prazo. 
• Interceda para que o Senhor proteja e capacite o pastor Emanuel e sua igreja para alcançarem a comunidade animista que os cerca.


Fonte: http://www.portasabertas.org.br/
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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Rayanne Vanessa - Quem Diria

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