sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Cuidado com o que Posta!

Depois de ver fotos de amigas de seus filhos na internet e ficar chocada com o fato delas serem tão provocativas, uma mãe escreveu uma carta muito sábia para todas as garotas por aí na internet. Leia o seu post original abaixo:
ImageCarta de uma mãe preocupada para garotas adolescentes
Queridas garotas,
Tenho algumas informações que talvez interessem a vocês. Ontem a noite, como de costume, minha família sentou na sala de jantar e deu uma olhada nas fotos de verão postadas nas redes sociais.
Temos filhos adolescentes, então naturalmente havia uma boa quantidade de fotos de vocês, queridas moças, para observar. Uau – você com certeza tirou um monte de fotos com seus micro pijamas [ou como a gente chama em português, baby dolls] este verão! E seus quartos são tão bonitos… Nossa filha de oito anos foi quem prestou atenção nisso, porque com três irmãos mais velhos cujos quartos cheiram como queijo velho, ela percebe detalhes femininos como esse.
Eu acho que os garotos perceberam outras coisas. Por exemplo, parece que você não estava usando sutiã…
Eu entendo – você está no seu quarto, se aprontando pra dormir, certo? Mas não posso deixar de notar a pose de modelo, as costas arqueadas, e a boca fazendo um biquinho sensual. O que aconteceu? Nenhuma dessas posturas é uma postura natural de quem está indo tirar um cochilo.
Então, aqui está algo que considero importante você saber: Se você é amiga no Facebook, Instagram ou Twitter de algum filho da família Hall, então você é amiga da família Hall inteira.
Por favor, saiba que nós gostamos muito de nos manter conectados com você desta maneira! Amamos ver as coisas através de suas lentes únicas e coloridas – você é cheia de idéias, e com frequência muito, muito engraçada.
E é isso que faz sua foto mais recente ser bastante infeliz.
Esta postagem não reflete quem você é de maneira nenhuma! Achamos você linda, interessante e muito inteligente. Mas tivemos que nos encolher e questionar o que você estava tentando fazer ao postar aquela foto… Quem você está tentando alcançar? O que você está tentando dizer?
E agora – que decepção – teremos que bloquear as suas postagens.
A razão pela qual temos estas (muitas vezes constrangedoras) conversas de família em volta da mesa é porque nos preocupamos com nossos filhos, assim como sabemos que seus pais se preocupam com você.
Eu sei que sua família não ficaria encantada com a ideia de meus meninos adolescentes a verem com o corpo coberto apenas por uma toalha de banho. Você sabia que uma vez que um homem vê um corpo em estado de nudez, ele não consegue deletar a imagem rapidamente? Você não quer que os nossos meninos pensem em você apenas de modo sexual, não é?
Nós também não. Acredito que nós todos somos mais do que isso.
E assim, em nossa casa, não há segundas chances para fotos como essas, querida. Temos uma política de tolerância zero. Eu sei, pode parecer careta… Mas se você quiser permanecer como amiga de nossos filhos na internet, deve manter seu corpo coberto e suas postagens decentes. Se você postar uma foto pessoal sexy (você sabe do que estou falando), ou um vídeo inapropriado do Youtube – mesmo que apenas uma vez – já era.
Eu sei que soa antiquado, mas queremos educar homens com um forte senso de moral, e homens de integridade não ficam olhando fotos de garotas do ensino médio seminuas.
Todo dia oro pelas mulheres a quem meus filhos vão amar. Espero que eles sejam atraídos por mulheres verdadeiramente belas, o tipo de mulher que os fará pessoas melhores no fim das contasl. Também oro para que meus filhos sejam dignos deste tipo de mulher, que eles sejam pacientes e ajam com honra enquanto esperam por ela.
Meninas, ainda não é tarde demais! Se você acha que fez alguma besteira na internet (todos nós fazemos, não entre em crise… eu mesma ainda faço!), CORRA para a sua conta e delete aquelas fotos tiradas em seu quarto que tornam tão fácil para seus amigos vê-la apenas em uma dimensão.
Pode confiar em mim! Existem rapazes lá fora esperando e ansiando por mulheres de caráter. Alguns homens estão lutando a batalha diária morro acima para manter suas mentes puras e seus pensamentos dignos de louvor, bem assim como você.
Você está se tornando uma verdadeira beleza, por dentro e por fora.
Então aja como ela, fale como ela, poste como ela.
Sra. Hall.


Tradução – Lindsei Lansky
Via – Talita Ferreira
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Mulher grávida de 8 meses assusta pessoas no Facebook com seu treino pesado


Para a maioria das mulheres, fazer um treino pesado com 8 meses de gravidez é algo impensado.
Mas não para Lea Anne-Ellison de 35 anos. Ela é uma fisiculturista de Los Angeles que está provando que a gravidez não atrapalha quando o assunto é deixar o corpo em forma.
  Nas fotos, postadas em seu Facebook, recebeu mais de 16 mil comentáriosquando ela apareceu pela primeira vez grávida e segurando pesos em 15 de setembro.
Vários apoiaram seus treinos, incluindo médicos, mas outros ficaram horrorizados com sua atitude: “Isso é realmente revoltante. Espero que as mulheres grávidas ao redor do mundo não façam essa merd...”, comentou Amanda Cinq-Mars, uma de suas seguidoras na rede social.
Outro comentou: “Eu sou um entusiasta do esporte, mas não recomendo para todos. Médicos sugerem para não levantar peso porque você pode descolar sua placenta e causar grandes danos a um bebê prematuro ou até aborto”.
Ellison não é a única mulher grávida a treinar pesado e ganhar as folhas de um jornal. Várias mulheres já mostraram que isso é possível: “Quando digo às pessoas que ainda estou me exercitando, reagem como se eu tivesse falado que estou fumando ou bebendo. Mas o que eu estou fazendo é algo realmente bom para mim e para meu bebê”.
A resposta vem de Janet Fyle, uma especialista do Royal College: “Ela está muito bem ao longo de toda a gravidez, de modo que não será problema se sempre realizou esses levantamentos de peso. Não acho que isso a fará ter um trabalho de parto prematuro”.
Ela prossegue: “Obviamente não estou aconselhando as mulheres grávidas a levantarem peso se nunca fizeram isso na vida”. Janet ainda completa que os médicos sempre estimulam as grávidas a andarem de bicicleta ou participarem de exercícios, ao ar livre ou em academias.
Eu não entendo porque as pessoas se assustam porque a mulher não quer parar de fazer exercícios. Isso é bom”, finalizou.
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Mulher em coma se casa na China, antes de seus aparelhos vitais serem desligados

Para a família, um sonho da jovem está sendo realizado

Casamento foi realizado no dia do aniversário da jovem

Uma chinesa que passou dois anos deitada em uma cama, por causa de um coma, ganhou uma despedida especial de sua família e amigos: pouco antes de os aparelhos que a mantinham viva serem desligados, ela se casou.
A trágica e emocionante história de He Jingjing ocorreu em Guangdong, no sudeste da China.
Há dois anos, antes de enfrentar os problemas de saúde, He Jingjing e Lu Lai, seu noivo, estavam rindo à toa: conseguiram bons empregos no governo local, compraram uma casa e se preparavam para se casar.
Mas seus planos de uma vida longa juntos acabaram repentinamente. Um dia, He passou mal no trabalho e foi levada ao hospital. No trajeto, ela parou de respirar e entrou em coma.
Para o noivo Lu Lai (de verde), sua mulher viverá para sempre em seu coração
He foi ressuscitada, mas os médicos então explicaram que a parada respiratória havia causado danos cerebrais na jovem, que nunca mais acordou.
“Não pudemos fazer nada por ela”, explica Lu Lai.
Passados dois anos, no dia em que He completou 28 anos, sua família resolveu celebrar a data realizando o aguardado casamento.
Poucas horas após a cerimônia, os aparelhos que a mantinham viva foram desligados.
A família se conforta ao saber que He irá doar seus órgãos, como explica Lu.
— Estou feliz que ela poderá ajudar outras pessoas a viver. Mas eu não acho que ela irá viver em outras pessoas. Para mim, ela sempre irá viver em meu coração.
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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Cristã condenada à morte por beber água de poço muçulmano publicará livro contando seus dias na prisão

Cristã condenada à morte por beber água de poço muçulmano publicará livro contando seus dias na prisão

Uma cristã paquistanesa foi condenada à morte por blasfêmia depois de discutir com colegas de trabalho por ter bebido água num copo usado por muçulmanas.
Já presa, Aasyia Noreen, conhecida como Asia Bibi, continua sofrendo maus tratos, e embora suas acusadoras tenham retirado a queixa de blasfêmia, o governo se recusa a libertá-la temendo os protestos da população, que é 97% muçulmana.
Asia Bibi tem 42 anos e cinco filhos, e desde que foi presa seu estado de saúde tem se degradado aos poucos. Para buscar uma forma de contar seu drama, ditou suas memórias do incidente para o marido, enquanto ele o visitava na cela. Os manuscritos foram repassados para uma jornalista francesa, que escreverá o livro – que já tem título, Blasfêmia – e terá 50% da receita destinada a ajudar a família de Asia Bibi.
Num trecho do livro, Asia questiona o motivo de estar presa: “Eu sou vítima de uma cruel injustiça coletiva. Eu estive presa, algemada e acorrentada, banida do mundo e esperando para morrer. Eu não sei quanto tempo me resta para viver. Toda vez que a porta da minha cela se abre o meu coração bate mais rápido. Minha vida está nas mãos de Deus e eu não sei o que vai acontecer comigo. É uma brutal e cruel existência. Mas eu sou inocente. Eu sou culpada apenas de ser considerada culpada. Estou começando a me perguntar se ser cristão no Paquistão, hoje, não é apenas uma falha, ou uma marca contra você, mas na verdade, um crime”, relata Asia, de acordo com o New York Post.
“Mas se eu vou ser mantida em uma minúscula cela sem janelas, eu quero que a minha voz e minha raiva seja ouvida. Eu quero que o mundo inteiro saiba que eu vou ser enforcada por ajudar meu vizinho. Eu sou culpada de ter mostrado alguém simpatia. O que eu fiz de errado? Eu bebi água de um poço pertencente a mulheres muçulmanas, usando a ‘sua’ taça, no calor ardente do sol do meio-dia”, lamenta a cristã, que complementa: “Eu, Asia Bibi, fui condenada à morte porque eu estava com sede. Eu sou uma prisioneira porque eu usei o mesmo copo como as mulheres muçulmanas, porque a água servida por uma mulher cristã era considerada impura pelos minhas companheiras estúpidas”.
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Menino chinês tem os olhos arrancados para tráfico de órgãos

O menino, que ficou cego, em sua cama no hospital, com a região dos olhos cobertas por uma faixa Foto: AFP
O menino, que ficou cego, em sua cama no hospital, com a região dos olhos cobertas por uma faixa

Um menino chinês de seis anos foi drogado e teve os globos oculares extirpados para um suposto tráfico de órgãos, um crime selvagem que provocou uma onda de indignação no país.
Uma reportagem de uma emissora de televisão da província de Shanxi mostra o menino, que ficou cego, em sua cama no hospital, com a região dos olhos cobertas por uma faixa.
O crime odioso ilustra mais uma vez o problema da carência de órgãos na China, situação que alimenta o tráfico.
Na reportagem, os pais do menino, que mora em uma área rural e pobre, afirmam que no primeiro momento pensaram que o filho havia se ferido gravemente em uma queda no sábado, antes de perceber que a criança havia sofrido uma dupla extirpação.
"Tinha o rosto cheio de sangue, suas pálpebras estavam ao contrário e debaixo os olhos não estavam mais no lugar", contou o pai.
A polícia encontrou os dois globos oculares, sem a córnea, segundo o canal estatal CCTV.
A polícia ofereceu uma recompensa de 100.000 yuanes (12.200 euros) a quem ajudar a encontrar uma mulher não identificada que seria a principal suspeita.
O menino tem o lábio leporino, uma má-formação congênita que poderia explicar a escolha dos traficantes.
Muitos internautas reagiram com indignação. "Como é possível tanta crueldade? É tão sádico", afirmou um deles. "Uma verdadeira tragédia com esta criança", comentou outro.
A maioria das cirurgias de transplantes na China acontece com órgãos extirpados de condenados a morte ou de prisioneiros após a morte, geralmente sem autorização das famílias, segundo organizações de defesa dos direitos humanos, o que é negado pelas autoridades chinesas.

Quase 300.000 pacientes precisam de transplante na China todos os anos, mas apenas 10.000 conseguem ante a falta de doadores, segundo a imprensa estatal
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Milagres são reais - testemunho de Roselaine Pimentel


Você acredita em milagres de Deus? Posso afirmar que sou a prova viva de vários milagres. Porém, contarei aqui parte do que Deus realizou na minha vida. Que esse testemunho possa edificar a sua vida, e que seja tudo para honra e glória do Senhor!

Em janeiro de 2002 nascia a minha filha Paula, um casamento de 10 anos, e sem filhos. A nossa relação estava totalmente desgastada, o meu marido só chegava em casa bêbedo todos os dias; me sentia só e sem nenhum estímulo. Achei que um filho poderia melhorar tudo. Que poderia mover o coração dele e incentivá-lo a se dedicar mais a família. Porém, nada disso aconteceu... A minha filha nasceu e ele nem mesmo me acompanhou ao hospital.


Passando alguns meses, comecei a ter fortes dores de cabeça, seguida de desmaios. Não imaginava o que poderia ser. Morava longe dos meus familiares, e não queria preocupá-los. Achei que iria melhorar que poderia ser emocional. Comecei a me preocupar mais, pois às vezes acordava dos desmaios machucada. E em uma das vezes, estava com a minha filha bebê no colo.

Conversei com uma vizinha sobre o que estava acontecendo, e ela me convidou a ir até a casa de um pastor. Disse que o homem “revelava” as coisas de Deus. Porém, eu nunca acreditei nessas coisas. Era membro de uma igreja evangélica tradicional, e achava isso tudo muito “fantasioso”. Para ser mais objetiva, não tinha fé nessas coisas de revelações. Sempre acreditei que Deus usa a sua própria palavra para falar conosco e que essa é a única revelação. Contudo, para não decepcionar a vizinha. Eu concordei em ir. E como era próximo a minha casa, não iria ser nenhum sacrifício. A vizinha ficou feliz por eu aceitar. E no mesmo momento, ela pegou a minha filhinha no colo e fomos a até a casa do pastor. Chegando lá, a cena que me deparei, foi com uma sala pequena e mais ou menos, umas 20 pessoas de pé aguardando o pastor chamar para oração. Ele pedia para que a pessoa se ajoelhasse no centro da sala e orava com as mãos sobre a cabeça das pessoas. As orações demoravam demais, e eu já estava “agoniada”, queria ir embora dali. Chamei a vizinha que não saiu do meu lado, e disse bem baixo: “Vamos embora, isso vai demorar, e para ser muito sincera com você, eu não acredito em nada disso.” E ela concordou em irmos embora. Quando já estava para sair, o homem abriu um espaço entre as pessoas e falou diretamente para mim: “Deus me manda orar por você!” e eu pensei: “Ah não! Logo agora que ia embora esse pastor me descobriu aqui no cantinho.” Não poderia recusar, fiquei sem ação, e fui até o centro para me ajoelhar e receber a oração. Quando o homem iria começar a orar, ele falou exatamente assim: “Minha filha, eu vou orar por você, mas Deus manda que você procure os médicos. Esses desmaios é caso para os médicos.” E logo em seguida ele orou. Levantei dali tremendo. E me perguntando... Como esse pastor sabe dos desmaios?

Saímos eu e a vizinha com a minha filhinha logo após a oração. E eu fiz a pergunta que não queria calar: Como esse pastor sabia dos desmaios? Eu tinha plena certeza que a vizinha não falou nada, pois esteve todo tempo ao meu lado. E ela disse: Deus mostra as coisas a ele. Sinceramente pela primeira vez comecei a acreditar que realmente isso poderia acontecer, mas confesso que ainda me faltava fé.

No dia seguinte procurei um clínico geral, que imediatamente me encaminhou para um neurologista. E o mesmo, me fez alguns exames no próprio consultório. Ele bateu no meu joelho, pediu que eu acompanhasse um objeto na mão dele com os olhos, e depois com uma lanterna ele examinou meus olhos. Terminando isso, me mandou voltar no dia seguinte para outro exame, sem me falar absolutamente nada.

No dia seguinte cheguei na hora marcada, com a minha filha no colo. E ele disse que não poderia estar só e muito menos com uma criança. Mas expliquei que não tinha com quem deixar a minha filha e que não tinha ninguém que pudesse me acompanhar. Foi então que o médico chamou uma auxiliar para ficar com a minha filha, para que eu pudesse fazer o tal exame. Achei que seria algo como o que fez no dia anterior. Mas... O médico me colocou em uma maca, deitada de costas, e com uma seringa com uma agulha enorme, retirou um pouco do líquido da minha medula. Senti uma dor muito grande. Logo em seguida, sem nem mesmo mandar o líquido para o laboratório, ele me disse: Você terá que fazer uma ressonância magnética do cérebro. Pois você tem um aneurisma. (um coágulo de sangue no cérebro), que pode se romper a qualquer momento. Saí do hospital muito assustada, sentei na recepção e chorei muito. Uma senhora se aproximou e perguntou o que estava acontecendo. E eu em prantos, expliquei a ela. Foi então que a senhora me disse: “Minha filha, procure outro médico, esse médico que te atendeu é louco, todos falam que ele tem problema psiquiátrico.” Fiquei ainda mais assustada, porém, aliviada. Pois imaginei que o médico poderia realmente ser surtado.

No dia seguinte, eu peguei a minha filha, e fui para casa da minha mãe, que fica a duas horas e meia da minha casa. Chegando lá, não falei nada com a minha mãe sobre o que estava acontecendo. Só pedi para ficar com a minha filha, que eu precisava ir ao centro da cidade. Imediatamente procurei um hospital especializado em neurologia. Expliquei na recepção o que estava acontecendo, e o que o médico supostamente “surtado” havia me falado. E a mulher marcou para que eu retornasse em 26 dias para a primeira consulta. Tentei conversar, pedi para adiantar. Mas nada feito! Saí do hospital bem triste, e quando já estava quase no portão, encontrei com uma amiga que não via há anos e que trabalhava no hospital. Conversei e expliquei tudo a ela. E logo ela me levou de volta. Subimos o elevador, me colocou na sala do melhor especialista daquele hospital. O médico no mesmo instante mandou que eu fizesse uma angioressonância. Fiquei naquele hospital até anoitecer, e saí de lá com o resultado nas mãos: dois aneurismas cerebrais.

O tempo passou... Fiz todo tratamento, passei pela embolização e fiquei curada, sem nenhuma sequela.


Em Março de 2009, fui ao Posto de Saúde, fazer um exame preventivo de rotina. Havia tido um dia de intensas atividades. Aquela segunda feira fora o dia de abertura do meu projeto de conclusão do curso Mestrado em Educação pela UFRJ.


A enfermeira do Posto detectou um nódulo na minha mama direita, na realidade, ela disse que parecia ter alguma coisa ali, mas que não estava conseguindo perceber com precisão. Perguntou-me se gostaria de fazer uma mamografia, e obviamente eu concordei. Entreguei o pedido no local indicado pela enfermeira e retornei inúmeras vezes, porém, a recepcionista sempre me dava desculpas: um dia a máquina estava quebrada, outro dia não tinha vaga e assim o tempo foi passando...


Depois de três meses, resolvi pagar o exame particular. E para minha surpresa no dia em que fui buscar o resultado, havia sido detectado um nódulo. Voltei ao posto, onde fui encaminhada ao INCA (Instituto Nacional do Câncer), no Rio de Janeiro.


Chegando ao INCA tive que refazer o exame, onde confirmou o nódulo. A partir da confirmação, o médico fez outro exame (pulsão), que coleta com uma seringa o líquido do nódulo e manda para o laboratório. Depois de uma semana de espera angustiante, retornei ao Hospital, onde o diagnóstico foi: Carcinoma infiltrante.
O médico me aconselhou a iniciar com sessões de quimioterapias, pois o nódulo era muito grande e só após 10 sessões iria me operar. O que de fato aconteceu, iniciei as sessões de quimioterapias (um sofrimento muito grande). Detalhe... Não contei a ninguém da minha família sobre a doença. A minha mãe iria completar 70 anos no dia 7 de setembro, e a família programou uma festa para ela. Achei que se falasse, iria acabar com toda alegria da minha mãe e das minhas irmãs. Com isso, passei quase três meses sem falar nada a ninguém.

No dia seguinte a festa da minha mãe, sentei com a minha irmã, que também já teve câncer de mama e extraiu toda a mama (há 14 anos) e contei tudo. Ela me abraçou com muito carinho, chorou comigo e disse palavras que estava precisando ouvir. Chamou a minha mãe, e a minha irmã mais velha e contou tudo no mesmo instante. Vi o semblante de a minha mãe cair, e ela declarar: “Senhor, porque isso novamente?” Eu abracei a minha mãe e disse: “Mãe, não se preocupe, eu tenho certeza que ficarei curada em breve.” Claro que não tinha certeza de nada, mas, precisava mostrar forças para minha mãe.

No início de outubro do mesmo ano, fui a uma igreja, Assembléia de Deus Ministério Família de Deus no Bairro da Colina em São Pedro da Aldeia. Não conhecia ninguém naquela igreja, e senti um desejo muito grande de ir até lá. Chegando naquela igreja pequena, percebi que era culto da família e o pregador da noite era uma pessoa convidada da igreja. Durante o culto, eu sentia que algo estava acontecendo comigo, sentia como se alguém estivesse mexendo na minha mama. Uma sensação muito estranha, diversas vezes eu olhava, pois parecia muito real. Quando o pregador terminou. Ele pediu ao pastor da igreja se poderia falar uma coisa com uma pessoa que estava ali. Disse que Deus mostrou algo para ele enquanto pregava. E o homem apontou para mim. Me chamou lá na frente. Ele achava que eu era membro daquela igreja. Não me conhecia e nem eu a ele.

Foi que o homem disse: Minha amada, enquanto eu pregava, eu via você deitada em local como se fosse um centro cirúrgico. Só que não eram médicos que te operava, era Deus. E ele disse ainda, você pode até nem saber que está doente, mas eu te afirmo que Deus te operou da cintura para cima, não sei o local exato. Só sei que você foi curada por Deus hoje. E eu só sabia chorar. Pois não conhecia ninguém ali, ninguém sabia que estava com câncer e ao mesmo tempo, o que aquele homem falou, só confirmava o que eu sentia durante todo o culto. Como se alguém mexesse em minha mama. Não disse nada para o homem, e nem para ninguém naquela igreja. Só recebi a oração de agradecimento que ele fez por mim e saí dali chorando... Pois naquele momento eu não tinha mais dúvidas de que Deus havia me curado.

Cheguei em casa, sentei com a minha mãe e com o meu marido (que continuava bebendo) o casamento só existia por causa de uma certidão. Não havia nenhum tipo de relacionamento com o meu marido desde 2002. E contei o que aconteceu naquela igreja. Minha mãe olhou assustada e o meu marido também. Porém, os dois foram enfáticos. Disseram que deveria procurar o hospital para pedir novos exames.

Fui direto ao INCA, e contei o que aconteceu para o médico, e ele me disse: "não acredito nessas utopias de crente", Não vou refazer nenhum exame. Você tem um carcinoma de quase 3 centímetros e está com cirurgia marcada para janeiro.

Saí do hospital e decidi por minha conta fazer o exame em uma Clínica particular, minha irmã me acompanhou. Aguardei um pouco, e o resultado não aparecia nenhum nódulo. Após o resultado, contei ao médico que fez o exame, mostrei a ele todos os exames do INCA e ele me aconselhou a retornar e mostrar o novo resultado ao médico que me acompanhava. O médico não queria me atender, fiquei quase o dia inteiro para que ele concordasse em me atender, e quando ele viu o resultado, disse que estava errado, que clínicas particulares erram nos laudos e tal... Foi então que insisti para que fizesse o exame novamente. Após muita insistência, ele aceitou refazer o exame. O resultado não poderia ser outro: Não havia mais nódulo. Refiz o exame mais duas vezes, e o nódulo sumiu.


O médico ficou atônito, disse que não sabia o que tinha acontecido; e eu disse a ele que eu sabia exatamente, que foi um milagre. Que eu já tinha certeza, mas que Deus precisava mostrar pra ele que o mesmo Deus de ontem, é o Deus de hoje. O mesmo Deus que operava milagres, ainda continua operando grandes milagres e a prova estava ali. Diante dos olhos dele. Eu estava curada!


Glorifiquei e Glorifico muito a Deus por receber essa bênção, sei que não merecia nada, porém me coloquei a inteira disposição de Deus para falar não só do milagre que ele operou na minha vida, mas principalmente para declarar que o mesmo Deus que cura, é o Deus que salva e transforma vidas. Que o mesmo Jesus que operou milagres há mais de dois mil anos atrás, ainda opera milagres hoje. E muito mais que milagres, Ele é um Deus que salva. Que faz das coisas impossível possibilidade.

Há um ano, o meu marido recebeu Jesus em sua vida, verdadeiramente houve conversão na vida dele. O Senhor faz a obra por completo, pois o amor que já não existia em mim, Ele restitui. Hoje temos um casamento restaurado, vivemos um casamento feliz e com amor. Temos a alegria de uma família unida pelo Senhor.

Sim, Deus é fiel!!!

FONTE: http://crentenordestino.blogspot.com.br/
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Sem braços, sem pernas, veja a história de Nick Vujicic. Assista ! Emocionante!

Filho primogênito de uma família sérvia,1 Nick Vujicic nasceu em Melbourne, Austrália, com a rara desordem Tetra-amelia: sem membros, faltando os dois braços na altura dos ombros, e sem pernas, mas com dois pés pequenos, um dos quais com dois dedos. Inicialmente, seus pais ficaram devastados, mas Vujicic era saudável.

Sua vida foi cheia de dificuldades e privações.2 Ele foi proibido por lei estadual de Victoria de frequentar uma escola regular por causa de sua deficiência física, mesmo ele não sendo um deficiente mental. Durante a sua escolaridade, as leis foram mudadas, e Vujicic foi um dos primeiros estudantes deficientes físicos a ser integrado numa escola regular.3 Ele aprendeu a escrever usando os dois dedos do pé esquerdo, e um dispositivo especial que deslizava sobre o dedão do pé que ele usa para agarrar. Ele também aprendeu a usar um computador, jogar bolas de tênis, pentear o cabelo, escovar os dentes, atender o telefone, fazer a barba e obter um copo de água.
Nick se formou na universidade com 21 anos de idade com uma bidiplomação em Contabilidade e Planejamento Financeiro. Ele começou suas viagens como um palestrante motivacional, enfocando os temas que os adolescentes de hoje enfrentam. Ele fala também no setor corporativo, embora seu objetivo seja se tornar um palestrante internacional de inspiração, com cristãos e não cristãos locais. Ele viaja regularmente para outros países para falar às congregações cristãs, escolas e reuniões empresariais. Ele já fez palestras para mais de três milhões de pessoas até agora, em mais de 24 países nos cinco continentes (África, Ásia, Austrália,América do Sul e América do Norte).7
Vujicic promove o seu trabalho através de programas de televisão como o The Oprah Winfrey Show, bem como por escrito. Seu primeiro livro é intitulado Life Without Limits: Inspiration for a Ridiculously Good Life (em português: Vida Sem Limites: Inspiração para uma vida Ridiculamente Boa) (Random House, 2010).8
Seu DVD motivacional, um grande objetivo de vida, está disponível no site Life Without Limbs.9 A maior parte do DVD foi filmado em 2005, com um breve documentário sobre sua vida em casa e como ele faz as coisas sem seus membros. A segunda parte do DVD foi filmada em sua igreja local, em Brisbane, Austrália, e foi um dos seus primeiros discursos motivacionais profissionais. Um DVD para os jovens é intitulado: No Arms, No Legs, No Worries: Youth Version.10 Seus discursos motivacionais podem ser vistos no Premiere Speakers Bureau Website. Vujicic atualmente vive na Califórnia, Estados Unidos.


Vujicic deu sua primeira entrevista de televisão para todo o mundo, apresentada na ABC, com Bob Cummings, em 28 de março de 2008. Ele apareceu no curta metragem "Butterfly Circus"

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